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CNI: indústria de transformação supera a pandemia

Recuperação poderia ser mais rápida com mais insumos e matérias-primas

Recuperação, entretanto, poderia ser mais rápida com mais insumos e matérias-primas

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Operário da linha de produção | Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Flickr

A indústria brasileira de transformação voltou a produzir em patamares superiores à chegada do coronavírus ao Brasil. A Nota Econômica 16 publicada na quinta-feira 25 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a produção do segmento no mês de setembro está 1,1% maior e o faturamento 6,1% mais alto do que os números registrados em fevereiro.

Entretanto, o volume produzido e a arrecadação obtida pela indústria de transformação ainda não se normalizaram em comparação com os resultados verificados entre janeiro e setembro de 2019, e no mesmo intervalo de 2020. O documento mostra a diminuição de 8,9% na produção e 1,2% no faturamento entre os dois períodos.

Falta de insumos dificulta retomada

Ainda assim, o relatório projeta que a arrecadação acumulada em todos os meses de 2020 será melhor que no ano anterior e informa que a recuperação industrial só não está mais rápida pela falta de material. “Não fosse a dificuldade em se obter insumos e matérias-primas, o crescimento da produção industrial seria ainda maior”, informou.

O gerente-executivo de Economia da CNI, Renato da Fonseca, comentou as perspectivas do cenário atual. “Nossa expectativa é que a atividade industrial continue crescendo no quarto trimestre. O faturamento real da indústria certamente registrará um desempenho positivo na comparação do acumulado em 2020 com o de 2019. A produção, no entanto, fechará no vermelho”, avaliou.

Leia também: “Indústria segue confiante em todo o Brasil, aponta CNI”

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