Coronavírus perde cada vez mais força na Suécia - Revista Oeste

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Em 15 set 2020, 08:00

Coronavírus perde cada vez mais força na Suécia

15 set 2020, 08:00

O país foi um dos únicos do mundo que não instituiu o lockdown para combater o vírus chinês

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Ilustração do coronavírus | Foto: DIVULGAÇÃO/UNIVERSIDADE DE OXFORD

As contaminações por covid-19 estão diminuindo na Suécia. A Organização Mundial de Saúde aponta que houve uma queda de quase 74% em agosto com relação ao número de casos da doença confirmados em junho, quando aconteceu o pico da pandemia no país. A redução já havia começado em julho e se confirmou nos primeiros dez dias de setembro. O país foi um dos únicos do mundo que não instituiu o lockdown para combater o vírus chinês.

Leia também: Suécia combate o coronavírus sem lockdown e sem máscaras

Em janeiro, apenas um contágio do vírus chinês foi notificado em território Sueco. Cinco meses depois, eram quase 29 mil. Em julho, foram cerca de 10 mil confirmações e, em agosto, o número caiu para menos de 8 mil. Nos primeiros dez dias de setembro, foram pouco mais de 2 mil pacientes contaminados.

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3 Comentários

  1. É a segunda vez que esta matéria ressalta a Suécia como exemplo de país que venceu o vírus sem isolamento social.Não é justa essa afirmação sem analisar o contexto sócio-cultural daquele país.Eles enfrentam ônibus lotados? Não. Eles enfrentam metrôs lotados?Não. Eles têm filas de espera demoradas no SUS?Não.Eles têm 8% das escolas públicas sem banheiro?Não. Eles têm 30% das escolas públicas sem esgoto?Não.Eles têm pontos de ônibus apinhados de gente?Não.Eles têm hábitos de higiene pessoal assim como os brasileiros(lavar as mãos,por exemplo)?Não.Eles possuem dificuldades imensas para o ensino à distância nas escolas?Não.Eles têm onze milhões de pessoas vivendo em edificações medievais em favelas?Não.Lá nas favelas as pessoas moram até em sete ou oito em um só cômodo, como nas 2.000 favelas de São paulo?Não.É simples.

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    • Meu caro, o principal você não mencionou. Certamente eles não tem os políticos que nós temos.

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    • Curioso. Para dizer o mínimo de forma educada. Na hora de causar pânico não há problema algum em comparar o Brasil com países de primeiro mundo. Idem na hora de criticar nosso lockdown subdesenvolvido. Mas na hora de admitir que a histeria vai causar muito mais estragos do que o vírus a saída pela tangente tá liberada: “não dá para comparar o Brasil com a Suécia “. Ou dá ou não dá. Comparar só quando interessa é desonestidade intelectual. Sendo muito educado novamente.

      Responder

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