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Cultura

Fernanda Torres é alvo da militância woke por blackface

Internautas dos EUA resgataram esquete do Fantástico

Foto da atriz Fernanda Torres Ainda estou aqui
A atriz brasileira Fernanda Torres como Eunice Paiva, protagonista do filme "Ainda Estou Aqui" | Foto: Divulgação/Sony Pictures

A atriz Fernanda Torres recebeu ataques da militância woke dos Estados Unidos nos últimos dias. A atriz foi criticada por ter praticado blackface em uma esquete de humor exibida no Fantástico, da TV Globo, em 2008.

Blackface é uma prática em que um ator, geralmente branco, pinta o rosto de preto ou escurece a pele para representar personagens negros, frequentemente de forma caricata e estereotipada. Hoje em dia, a prática foi abolida por Hollywood e é condenada pela indústria.

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“Lamento profundamente por isso”, desculpou-se Fernanda, em comunicado enviado no último domingo, 26, ao site norte-americano Deadline. Ela justificou que, naquela época, “apesar dos esforços dos movimentos e organizações negras”, o simbolismo do blackface ainda não era conhecido no Brasil.

“Graças a uma melhor compreensão cultural e às conquistas importantes, embora incompletas, deste século, está muito claro agora, em nosso país e em todo o mundo, que blackface nunca é aceitável”, disse a atriz. Confira um trecho da esquete abaixo:

Caso de blackface foi desenterrado por wokes dos EUA

A esquete em questão foi resgatada por norte-americanos fãs do filme Emilia Pérez, que concorre com o brasileiro Ainda Estou Aqui pelo Oscar de Melhor Filme, e da atriz transgênero Karla Sofia Gascón, que compete diretamente com Fernanda pela estatueta de Melhor Atriz.

A partir de 2020, o Oscar passou a adotar a agenda woke, que enxerga com maus olhos a prática de blackface. Em setembro daquele ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas criou uma política de inclusão que exige grupos “menos representados” no elenco e na produção dos filmes para que possam concorrer ao prêmio.

Ao menos um dos personagens principais, ou então 30% dos papéis secundários relevantes, deve pertencer a grupos raciais ou étnicos (asiáticos, latino-americanos, negros, indígenas etc.). Além disso, as obras devem focar histórias com mulheres, pessoas com deficiência, negros ou indivíduos LGBT.

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O “fogo amigo” se destaca pela atuação política à esquerda por parte de Fernanda, que criticou o governo de Jair Bolsonaro e comemorou que sua indicação ao Oscar tenha acontecido durante o mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

Leia também: “O Oscar nunca foi tão woke, reportagem de Tauany Cattan publicada na Edição 206 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Denis R.
    Denis R.

    E colocar um cocar na cabeça mesmo não sendo índio pode? rsrs

  2. Serafim Dos A. Castro Neto
    Serafim Dos A. Castro Neto

    Q sensacional! Levando fogo amigo e sendo considerada racista por um grupo woke, cujo movimento ela provavelmente defende e apoia. É a beleza da internet e seu derivado chamado redes sociais trazendo a tona o passado nem tão brilhante de nossa “virtuosa” e “super” atriz. Vai levar mais fogo até o dia da cerimônia do Oscar. A propósito, A maioria dos experts em cinema diz q o filme é uma B e a atuação dela apenas regular, o q acredito.

  3. Vitor Jr
    Vitor Jr

    Cadê o Cezar Antibozo que está sempre aqui nos comentáios da Oeste pra encher o saco vomitando esquerdismo aqui? Ah entendi só aparece quando convém não é mesmo ?

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