Depois de mais de 100 dias, Covas assina protocolo para reabrir restaurantes em SP

Em 4 jul 2020, 12:30

Depois de mais de 100 dias, Covas assina protocolo para reabrir restaurantes em SP

4 jul 2020, 12:30

Além de restaurantes, bares e salões de beleza também poderão reabrir a partir da próxima segunda-feira, 6 de julho

Bruno Covas

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) | Foto: Governo do Estado de São Paulo

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), assinou neste sábado, 4, os protocolos para o funcionamento de bares, restaurantes e salões de beleza, fechados há mais de cem dias na cidade por causa da pandemia do coronavírus.

A reabertura parcial desses setores poderá ocorrer a partir de segunda-feira, 6.

Representantes do setor de bares e restaurantes, no entanto, têm dito que algumas regras inviabilizam, na prática, a reabertura de muitos estabelecimentos.

A principal crítica é em relação ao horário de funcionamento, que impede a reabertura à noite.

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Regras

Para os bares e restaurantes, a fase amarela do Plano São Paulo prevê funcionamento dos estabelecimentos por seis horas diárias, até as 17 horas, com ocupação máxima de 40%.

Também há uma limitação das operações a ambientes ao ar livre ou arejados, de acordo com o programa estadual.

Além disso, é obrigatório o uso de máscaras, tanto por clientes quanto pelos funcionários, e a adoção de protocolos de higiene.

Já para os salões de beleza, essa fase do plano prevê atendimento com apenas 40% da capacidade, funcionamento por seis horas, uso obrigatório de máscaras e também a adoção de protocolos específicos de higiene e distanciamento.

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Adiamento da reabertura

Em 26 de junho, o governo do Estado de São Paulo autorizou a capital paulista a liberar o funcionamento desses estabelecimentos.

No entanto, o Comitê de Contingência do Coronavírus recomendou que a Prefeitura aguardasse uma semana para confirmar os indicadores de saúde e a permanência da capital na fase amarela de reabertura.

A cidade de São Paulo retrocedeu em número de mortes pelo coronavírus aos níveis mais baixos observados desde meados de maio, segundo dados divulgados pelo governo do Estado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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