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‘A independência do BC e o dinheiro sólido’, por Rodrigo Constantino

O economista analisa a importância de aprovar a independência do Banco Central do Brasil
Edifício-sede do Banco Central, em Brasília
Edifício-sede do Banco Central, em Brasília | Foto: Rodrigo Oliveira/Caixa Econômica Federal

Rodrigo Constantino adverte: “Para que a inflação não se torne um recurso populista de governos aventureiros, resta apenas a opção de bancos centrais independentes e relativamente blindados de politicagem”. Em sua coluna na Edição 47 da Revista Oeste, o economista analisa a importância de aprovar a independência do Banco Central do Brasil.

“O Banco Central é a instituição que possui o privilégio de controlar a emissão de papel-moeda nas economias modernas e, portanto, é o grande responsável pelo processo inflacionário”, explicou o economista. “O aumento no preço dos bens é uma consequência da inflação, pois a maior oferta de moeda leva a uma queda relativa de seu valor. O público não tem o poder de criar mais moeda”, completou.

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2 comentários

  1. Não foi à toa q o ex-presidiário deu a dica ao sugerir o BC “fabricar mais notas” o q demonstru o mau hábito de ingerência no BC.

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