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Ações da Petrobras despencam e puxam Ibovespa para baixo

Ativos preferenciais da companhia caíram mais de 20% no pregão desta segunda
Dia negativo para a bolsa brasileira
Dia negativo para a bolsa brasileira | Foto: Reprodução/Internet

O registro do início da tarde desta segunda-feira, 22, confirmou-se ao fim do pregão da B3, a bolsa de valores do Brasil: as ações da Petrobras despencaram. Na lista dos ativos mais negociados no dia, a companhia ajudou a fazer com que o Ibovespa fechasse em queda.

Leia mais: “Mercado financeiro está menos otimista com recuperação da economia”

As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) fecharam o dia como as mais desvalorizadas. No comparativo com o consolidado da última sexta-feira, 19, os papéis sofreram desvalorização de 21,51%. Assim, terminaram a segunda-feira sendo negociados a R$ 21,45.

No ranking das maiores desvalorizações do dia, a Petrobras surge novamente, na segunda colocação, com as ações ordinárias (PETR3). Elas recuaram 20,48% em relação ao valor de mercado registrado no último pregão da semana passada. Assim, o ativo passou a ser cotado em R$ 21,55.

Ibovespa

Com as PETR4 sendo os papéis mais negociados do dia na bolsa de valores brasileira — e as PETR3 aparecendo na terceira colocação no quesito —, o Ibovespa fechou o dia em baixa. Principal índice da B3, ele caiu 4,87%, para 112.667 pontos.

Mudança na Petrobras

O consolidado do dia na bolsa de valores mostra como o mercado reagiu ao anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro na última semana. Ele indicou o general Joaquim Silva e Luna para comandar a Petrobras no lugar do economista Roberto Castello Branco.

“Vai dar errado como deu no governo Dilma”

No último fim de semana, Oeste registrou que economistas criticaram a decisão de Bolsonaro em relação ao comando da estatal. Luís Artur Nogueira, por exemplo, chegou a compará-lo a Dilma Rousseff. “Se o governo Bolsonaro abandonar a agenda liberal e adotar o populismo econômico, vai dar errado como deu no governo Dilma. Depois não digam que faltou aviso.”

Leia também: “A independência do BC e o dinheiro sólido”, artigo do colunista Rodrigo Constantino publicado na Edição 47 da Revista Oeste

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3 comentários

  1. E SE PORVENTURA, HIPOTETICAMENTE FALANDO, UM DIA SE DESCOBRIR QUE A MUDANÇA DE COMANDO SE DEU POR TER SIDO DESCOBERTO QUE A EMPRESA AINDA SE ACHAVA INFESTADA DE CORRUPTOS ENRUSTIDOS??? ANTES DE CRITICAR NÃO É MAIS PRUDENTE AGUARDAR PARA VER O QUE ACONTECE???

  2. Especular, afirmando que vai ser que nem o governo Dilma, é muito fácil. E se limitar a isso, é mais fácil e cômodo, ainda.

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