As ‘novas’ empreiteiras que tocam o Brasil pós-Lava Jato

Cerca de 270 das 372 empresas contratadas para o as obras do governo Federal em 2020 não assinaram contratos nesses moldes em 2018
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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL | O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

“Afastamos os ‘maus espíritos’ do ministério”, afirma ministro da Infraestrutura

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas | Foto: Divulgação/Agência Brasil
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Desde que o presidente Jair Bolsonaro chegou ao Palácio do Planalto, os grandes escândalos de corrupção envolvendo empreiteiras e governo sumiram do noticiário. Projetos que pareciam até então intermináveis começaram a andar. O pano de fundo dessa mudança toda? Um novo ministério, batizado de Infraestrutura.

Em 2020, cerca de 270 das 372 empresas contratadas pelo governo federal não assinaram contratos nesses moldes em 2018. No ranking das dez empreiteiras que mais faturaram contratos em 2020, apenas duas aparecem com cifras maiores do que há dois anos — e quatro conseguiram montantes de menor valor.

Oeste mapeou. Confira no gráfico abaixo:

Em entrevista à Revista Oeste, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas falou sobre os avanços. “Estabelecemos que todas as nossas licitações sejam feitas de forma eletrônica, com máxima transparência, de modo a aumentar a participação e torná-las rastreáveis. Mas acredito que o grande legado que criamos para o setor foi a Subsecretaria de Conformidade e Integridade, que hoje é comandada por uma delegada da Polícia Federal”, disse. “Ao criar um ambiente de absoluta governança, costumo brincar que fazemos uma espécie de exorcismo. Afastamos os ‘maus espíritos’ do ministério.”

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13 comments

    1. Desculpe Amigo, mas não há essa comparação. Na minha análise, hoje temos gestores administrando o Brasil…. comprando os serviços no preço certo, discutindo as prioridades e tudo o mais. Na era da Quadrilha Petista, toda a administração era dirigida pelo valor do “RETORNO”. Assim eram vendidas medidas provisórias para a indústria automobilística, eram vendidas as obras pra construtora que devolvesse mais pro quadrilhão, não havia gestão na reforma agrária, onde 20% dos lotes eram ocupados por vereadores, funcionários públicos e empresários picaretas; não havia gestão no bolça família, onde cerca de 20% dos beneficiários eram vereadores, empresários picaretas e mortos….; Enfim, todos os negócios do governo da época, assim como todas as ações do quadrilhão, que inadequadamente chamávamos de governo, tinham somente um objetivo : ASSALTAR O OTÁRIO POVO BRASILEIRO, que anestesiado pelo escorpião da insanidade, insistia em reelege-los.

  1. Boa parte do comportamento histérico da oposição ao PR vem daí. Esse setor de obras públicas representava uma imensa avenida para corrupção e roubalheira, que foi fechada e por isso deixou os corruptos ladrões espumando de ódio. Ruim para eles, bom para o Brasil.

  2. Os exorcistas afastaram os “maus espíritos” do ministério, mas eles agora assombram o congresso Nacional cobrando o dinheiro q investiram nos políticos. Em 2021 o mesmo exorcista vai passar por lá. (Avisou a Secretaria de assuntos macabros do planalto).

  3. Parabéns ao ministro e todos os envolvidos.
    Uma sugestão seria publicar as obras que estão sendo iniciadas, acabadas e retomadas pelos governos anteriores.
    Assim a população ficaria bem informada e começaria a ruir a ideia de que político bom é o que da dinheiro pro povo.

  4. Pois é, elogiado até por opositores ao governo Bolsonaro, Tarcísio de Freitas foi citado em vasta matéria no Estadão de 24/09, como “possível” envolvido em contratos investigados pela PF referentes ao período de 2012 a 2014, seguramente vazados, e escrita por Patrik Campones e Fausto Macedo. Assim se expressam:
    ” o nome dele não é investigado, mas é citado 17 vezes ao longo das 59 páginas do inquérito”. “Num procedimento incomum, a PF divulgou nota sobre a investigação sigilosa. Nela revela que o ministro foi ouvido e que ATÉ O MOMENTO não existem ELEMENTOS SUFICIENTES para QUALQUER CONCLUSÃO ACERCA DO ENVOLVIMENTO DELE COM O ESQUEMA DE CORRUPÇÃO”.
    Posso concluir que a matéria foi fruto de vazamento, e que sua divulgação tem claros interesses de uma imprensa marron e decadente do Estadão. Ainda bem que atualmente o público reconhece a verdade dos fatos e não as versões incendiárias de péssimo jornalismo.

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