Cesta básica do paulistano fica 21% mais cara em 12 meses

Sobre o valor do salário-mínimo, o troco para passar o resto do mês fica R$ 23
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Os produtos de alimentação tiveram a maior alta (22,6%)
Os produtos de alimentação tiveram a maior alta (22,6%) | Foto: Photo Mix/Pixabay

Entre agosto de 2020 e de 2021, o preço médio da cesta básica na cidade de São Paulo subiu de R$ 888,79 para R$ 1077,01. Os dados são de um levantamento feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos.

Há 12 meses, o salário mínimo era R$ 1.045, suficiente para comprar a lista completa e ficar com o troco de R$ 156,21. Hoje, com o piso de remuneração em R$ 1.100, sobram apenas R$ 23,01.

Os produtos de alimentação tiveram a maior alta (22,6%), seguidos de itens de limpeza (12,8%) e higiene pessoal (11,4%). Nas compras no supermercado, a maior alta foi do óleo de soja: 69,9%. O valor do frango resfriado inteiro aumentou 52,2%, da carne de segunda 38,4%, da carde de primeira 32,3%. O pacote de arroz ficou 20% mais caro e o de feijão carioquinha custa 7,6% a mais. Entre todos os produtos analisados, apenas três desvalorizaram: biscoito recheado (-0,5%), alho (-6,6%) e cebola (-28,1%).

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