Entenda o circuit breaker e relembre os fatos de turbulência na Bolsa brasileira

Quando acionado, mecanismo interrompe as negociações na Bolsa de Valores Nesta segunda-feira, 9, a queda acima de 10% no Ibovespa em relação ao fechamento da sexta-feira, 6, levou a Bolsa…
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Quando acionado, mecanismo interrompe as negociações na Bolsa de Valores

Nesta segunda-feira, 9, a queda acima de 10% no Ibovespa em relação ao fechamento da sexta-feira, 6, levou a Bolsa de Valores de São Paulo a ativar o circuit breaker, ferramenta que interrompe temporariamente as atividades da B3.

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O avanço do coronavírus pelo mundo e a disputa pelo preço do petróleo entre a Rússia e Arábia Saudita derrubou o mercado de ações. A crise mundial fez a Bolsa brasileira fechar na sua pior queda do século, com recuo de 12,17%.

A última vez que o mecanismo precisou ser acionado foi em 18 maio de 2017, no “Joesley Day” – dia em que se tornou público um áudio de Joesley Batista, um dos dono da JBS. Nas mensagens gravadas, ele autorizava o então presidente Michel Temer a comprar o silêncio de Eduardo Cunha, além de outros crimes como obstrução à Justiça, suborno de procuradores e compra de informações privilegiadas.

De acordo com o  Manual de Procedimentos Operacionais da B3, o circuit breaker se aplica em três situações:

1. Quando o Ibovespa desvalorizar 10% em relação ao fechamento do pregão anterior, a negociação é interrompida por 30 minutos;

2. Reabertas as negociações, caso a queda do Ibovespa atinja 15% em relação ao fechamento do pregão anterior, a negociação é interrompida por uma hora;

3. Reabertas as negociações, caso a oscilação negativa atinja 20% em relação ao pregão anterior, a B3 pode determinar a suspensão da negociação por período a ser definido pela Bolsa.

Acompanhe os fatos que marcaram o uso do circuit breaker na Bolsa de São Paulo:

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