Com Bolsonaro, Brasil ganha 3 milhões de novos empregos

Mão de obra com carteira assinada já é maior que no início da pandemia e está acima da quantidade deixada no governo Dilma
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite
O ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite | Foto: Isac Nóbrega/PR

Em setembro deste ano, o Brasil atingiu 41,8 milhões de empregos com carteira de trabalho assinada. Essa quantidade é 3,4 milhões (9%) a mais que em janeiro de 2019 (38,4 milhões), quando o presidente Jair Bolsonaro assumiu como chefe do Executivo. O levantamento de Oeste foi realizado com os dados mais atuais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.

O Brasil fechou setembro com 2,4 milhões de empregos formais a mais que no início da pandemia (39,4 milhões, em janeiro de 2020), e 3,9 milhões que no pior mês desde o surgimento da coronavírus (37,9 milhões, em junho de 2020).

A quantidade de empregos também supera a registrada no final do governo Dilma Rousseff. Quando a ex-presidente sofreu o impeachment, em agosto de 2016, o país tinha 37,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada, o que é 3,9 milhões menos que os 41,8 milhões de empregados no Brasil atualmente.

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