‘Economia alemã está à beira de uma recessão’, alerta relatório

Pessimismo entre os empresários do país está no maior nível desde junho de 2020
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Inflação anual na Alemanha chegou a 8,3% em junho
Inflação anual na Alemanha chegou a 8,3% em junho | Ilustração: Ronnie Chua/Shutterstock

Clemens Fuest, presidente do Instituto Ifo, afirmou que “a economia alemã está à beira de uma recessão”. A conclusão aparece em um relatório da instituição que mede a confiança dos empresários locais. O órgão publicou o documento nesta segunda-feira, 25.

Os empresários “esperam que os negócios se tornem muito mais difíceis nos próximos meses”, escreveu, em comunicado. “Os preços mais altos da energia e a ameaça de escassez de gás estão pesando sobre a economia. A Alemanha está à beira de uma recessão.”

De acordo com o relatório, o pessimismo dos empresários da Alemanha está no nível mais alto desde junho de 2020. O Ifo Business Climate Germany, que mede a confiança, caiu para 88,6 pontos. Ou seja: 3,4 pontos abaixo do resultado do mês passado (92,2 pontos).

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O Instituto Ifo faz análises sobre a economia alemã desde que foi fundado, em 1949. O país tem o maior produto interno bruto da União Europeia (UE).

Recentemente, um boletim da Eurostat, agência de estatísticas da UE, mostrou que os custos de energia agravaram a inflação no bloco. Na Alemanha, a subida de preços chegou a 8,3%. Ou seja: apenas 0,3 ponto porcentual abaixo da média do bloco: 8,6%. Mas o pior resultado ficou com a Estônia: 22%.

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8 comentários Ver comentários

  1. Adeptos da idiotice ambiental radical estão pagando o preço da insensatez. Parece me que os alemães não aprendem. Saíram de uma ideologia absurda nos anos 40 para caírem em outra talvez mais radical.

    1. Pois é… primeiro, os verdes (?)alemães brigaram pelo fim da energia nuclear, já nos anos 80. Mais recentemente, pelo fim dos combustíveis fósseis. É uma agenda anti-humana, na prática. Se países desenvolvidos indicam recessão por conta dela, imagine os mais pobres,

  2. No dia em que inventarem um processo industrial que não consuma calor, aí poderão a reccorrer a esse sonho absurdo de energia alternativa. O próprio nome diz: Alternativa, que pode significar ao que pode se socorrer de forma alternativa num caso de emergência mas jamais será a fonte principal de consumo de energia de qualquer país. Os aerogeradores da costa do mar Báltico que estavam sendo apontados como a coqueluche do momento, estão provando a sua ineficiência já que, na prática, estão fornecendo nada mais do que até 15% da potência instalada, um verdadeiro fracasso. Os adeptos da energia verde, que podemos encarar como algo secundário, um adjutório em casos de emergência, simplesmente quebraram a cara.

  3. Resultado das políticas ambientalistas da Merkel. Os alemães fizeram as escolhas erradas, mais uma vez. Famílias estão se mudando para o Paraguai. Economia engessada. Vejam Caio no YT.

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