Estados e municípios poderão pegar mais R$ 20 bi em empréstimos

O limite de crédito foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional
-Publicidade-
A medida não tem impacto fiscal para a União, porque os limites valem para os entes públicos locais
A medida não tem impacto fiscal para a União, porque os limites valem para os entes públicos locais | Foto: Cadu Rolim/FotoArena/Estadão Conteúdo

Estados e municípios poderão contrair R$ 20 bilhões em empréstimos no sistema financeiro. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira, 26, o limite de crédito dos governos locais para 2021. O limite é o mesmo que vigorou no ano passado. O teto das operações com garantia da União, quando o Tesouro Nacional cobre eventuais inadimplências, corresponderá a R$ 9 bilhões, o mesmo valor em vigor no ano passado. O limite das operações sem garantia do governo federal foi mantido em R$ 11 bilhões. A União tem um limite de contratação de crédito de R$ 500 milhões, valor R$ 100 milhões maior que o de 2020. Dessa forma, o teto total de operações de crédito nas três esferas de governo — federal, estadual e municipal — subiu de R$ 20,4 bilhões em 2020 para R$ 20,5 bilhões em 2021. A medida não tem impacto fiscal para a União, porque os limites valem para os entes públicos locais. Todo ano, o CMN fixa valores máximos que a União, os Estados e os municípios podem pegar emprestado no sistema financeiro. A utilização desse limite poderá ser acompanhada pelas instituições que integram o sistema financeiro e pela sociedade, por meio do site do Banco Central.

Leia também: “Caixa Econômica Federal vai lançar mais uma linha de crédito imobiliário”

-Publicidade-

Com informações da Agência Brasil

* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

Envie um comentário

-Publicidade-
Exclusivo para assinantes.