Governo vai vender 100% do capital dos Correios, anuncia secretário

Estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social aponta baixa produtividade da estatal e queda no faturamento
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O modelo de desestatização dos Correios difere dos planos para a Eletrobras
O modelo de desestatização dos Correios difere dos planos para a Eletrobras | Foto: Andre Melo Andrade/Estadão Conteúdo

O governo Bolsonaro pretende se desfazer do capital dos Correios na integralidade. É o que anunciou Diogo Mac Cord, secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia. O edital do processo de venda será publicado ainda este ano, informou nesta terça-feira, 6, o jornal O Globo. Segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o faturamento da estatal em 2020 caiu 6% em relação a 2019.

O modelo de desestatização dos Correios difere dos planos para a Eletrobras e do que foi feito recentemente na BR, ex-subsidiária da Petrobras, baseados em operações no mercado de capitais. Na segunda-feira 5, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), incluiu o repasse dos Correios à iniciativa privada na pauta de votações da Casa. Contudo, ainda não há uma data definida para que a medida seja apreciada pelos parlamentares.

Leia também: “O custo da ineficiência”, reportagem publicada na Edição 2 da Revista Oeste

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6 comentários

  1. O Brasil e seu povo precisa entender que suportar uma Estatal que traz concorrência desigual com os demais fornecedores do serviço é retirar do povo brasileiro o direito aos maiores direitos sociais, a Educação, a saúde, segurança pública e saneamento básico, como primórdios de sustentabilidade humana. A desigualdade está na fonte da existência dessa Estatal, que além de não cumprir sua função de disseminar justiça social para todos, impede que o direito a dignidade humana não seja exercida em igualdade pelos povos da mesma comunidade. OS CORREIOS É UM CÂNCER SOCIAL!

  2. Excelente!
    Menos um para ser utilizado como fonte de renda indevida para corruptos e marginais, além de, certamente, permitir a redução do custo de seus serviços ao consumidor!

  3. Que se privatize tudo o que for estatal. Na sexta-feira, 02/7, fui a uma agência de minha cidade, no interior do estado do Rio, e não fui atendido. Distribuíram senhas para quem chegou até as 16h. Como cheguei às 16h40 fiquei sem atendimento. Sabe quantos funcionários atendiam no guichê, de um total de oito? U-M-A senhora. Sim! Uma senhora. Por ser sexta-feira, o resto dos funcionários achou-se no direito de ir embora mais cedo. Esses funcionários têm deveres? Não! Não têm! Só direitos.

  4. O atendimento dos Correios aqui no Rio de Janeiro é uma piada de mau gosto. Nas cercanias do Largo do Machado, na zona sul, só existe agora uma agencia, que é própria, as que eram franquia fecharam. A fila para atendimento é enorme, a lentidão do atendimento é terrível. O aspecto das instalações é de um lugar abandonado, sujo e adaptado. Colocaram as cadeiras, que antes serviam para os idosos sentar, na frente dos guichês, o que dificulta o atendimento. Para dar distância no atendimento bastava colocar um outro tipo de distanciados, as cadeira dificultam o atendimento de pessoas idosas, um desastre. A privatização vai resolver isso, com certeza, inclusive com algum tipo de Auto-Atendimento que nos livre dessas filas.

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