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Inadimplência renova mínima recorde pelo 4º mês consecutivo

Renegociações e repactuações de financiamentos pelos bancos e auxílio emergencial são responsáveis pelos números.
Inadimplência em setembro foi a menor de todos os tempos | Foto: Joel Santana_Joelfotos/Pixabay
Inadimplência em setembro foi a menor de todos os tempos | Foto: Joel Santana_Joelfotos/Pixabay | inadimplência, setembro, retomada em v

Renegociações e repactuações de financiamentos pelos bancos e auxílio emergencial são responsáveis pelos números

inadimplência, setembro, retomada em v
Inadimplência em setembro foi a menor de todos os tempos
Foto: Joel Santana_Joelfotos/Pixabay

A inadimplência no segmento de recursos livres, em que as taxas de juros são livremente definidas pelas instituições financeiras, caiu novamente em setembro e renovou a mínima histórica.

De acordo com os dados do Banco Central (BC) divulgados nesta segunda-feira, 26, a taxa de inadimplência estava em 3,1% no mês passado, frente a 3,3% em agosto, o menor nível da série começada em março de 2011.

Por causa disso, os bancos públicos diminuíram seu nível de provisionamento para o menor patamar registrado neste ano.

A queda da inadimplência tem ocorrido desde junho, mesmo com o temor da incapacidade de pagamento de empresas e famílias devido à crise do coronavírus.

No acumulado do ano, o recuo da inadimplência é de 0,6 ponto porcentual.

Renegociações e repactuações dos financiamentos e a possibilidade de postergação de parcelas instituída por bancos são vistas pelo BC como fatores que influenciam os resultados.

A concessão do auxílio emergencial também ajudou na recomposição de renda dos brasileiros.

O estoque total de crédito no país, incluindo também o crédito direcionado, subiu 1,9% em setembro sobre agosto, para R$ 3,810 trilhões, passando a 52,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, a alta do crédito geral no país foi de 9,5% e, em 12 meses, de 13,1%.

Para 2020, o BC revisou para cima sua projeção de crescimento do crédito para 11,5%. Antes era de 7,6%. Isso aconteceu principalmente pela demanda acentuada de crédito das empresas em meio à pandemia, atendida tanto pela expansão do crédito livre como pelo crédito direcionado.

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