Investimentos chineses no Brasil caem 74% e somam US$ 1,9 bilhão em 2020

Trata-se do menor valor anual desde 2014, segundo o Centro Empresarial Brasil-China (CEBC)
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Xi Jinping, ditador chinês: país asiático reduziu investimentos diretos no Brasil em 2020
Xi Jinping, ditador chinês: país asiático reduziu investimentos diretos no Brasil em 2020 | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Os investimentos diretos da China no Brasil registraram queda de 74% em 2020, em meio à pandemia de covid-19, segundo dados apresentados nesta quinta-feira, 5, pelo Centro Empresarial Brasil-China (CEBC). Trata-se do menor valor anual desde 2014. A série histórica do levantamento teve início em 2007.

Nesse período de 14 anos, o total de aportes chineses no país chegou a US$ 66,1 bilhões (R$ 343,2 bilhões pelo câmbio atual), em 176 projetos. O Brasil respondeu por 47% dos investimentos totais da China na América do Sul.

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No ano passado, os investimentos diretos no país, de todas as origens, caíram à metade, para US$ 34,167 bilhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). Já de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o fluxo global de investimentos foi reduzido em 35% em relação a 2019, para US$ 1 trilhão.

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Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

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10 comentários

  1. Não estavam investindo no Brasil, e sim comprando o Brasil das mãos da extrema esquerda. O vento mudou de direção. Agora vão priorizar a compra de Argentina, Chile, Bolívia, Peru e Venezuela. Cuba não tem nada que interesse, a não ser o Porto de Mariel. O Canal da Nicarágua (para escapar do controle no Panamá) também deve sair do papel, agora que a ditadura está se consolidando.

  2. Devemos achar novos parceiros comerciais
    O que a China quer é o próprio Brasil
    Eles dizem que nunca mais querem ficar de joelhos
    Nós também não queremos ficar de joelhos
    Tenho certeza que eles encontrarão outros mercados para comprar
    e nós, outros para vender nossos produtos, sem ficar de joelhos

  3. Essa notícia é ótima! Devemos procurar parceiros isentos, interessados somente em fazer negócios e não em influenciar a política nacional para alcançar seus próprios objetivos, impondo visões prejudiciais (no longo prazo) aos interesses da nação brasileira!

  4. O presidente Bolsonaro, com o brilhantismo de Paulo Guedes, dá um show de competência e gestão, pois o país cresce e capta mais empregos, apesar de todas as sabotagens da esquerdalha. Quanto à ditadura chinesa, sejamos francos, estavam comprando o país sob anuência dos governos comunistas que antecederam Bolsonaro. Não estamos à venda. Países que desejam ser bons sócios comerciais farão a fila andar.

  5. Nao existe parceria viável a longo prazo com esse país de gafanhotos. Toda e qualquer joint venture firmada com eles termina em engenharia reversa e traição (perguntem à Embraer!). Que o diabo os carregue para longe daqui!

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