Líderes comunitários vão lançar banco voltado às maiores favelas do país

Banco do G10 deve entrar em atividade ainda em fevereiro
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Comunidades carentes vão ganhar um banco
Comunidades carentes vão ganhar um banco | Foto: Reprodução/G10 Favelas

Facilitar o acesso ao crédito a empreendedores e moradores de comunidades carentes. Esse é o objetivo central do Banco do G10, instituição financeira idealizada por líderes comunitários de dez das maiores favelas do Brasil. De acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira, 4, pela agência de notícias Reuters, o projeto deve ser lançado ainda neste mês.

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O banco surge com a intenção de ajudar parte da população atingida diretamente pela crise provocada pela pandemia da covid-19 no Brasil. Para isso, contará inicialmente com R$ 1,8 milhão — quantia que foi doada a partir de investidores que preferiram não revelar suas identidades. A iniciativa contará com apoio de economistas e especialistas em finanças.

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Outros projetos

Inspirado no G7, bloco das sete maiores economias do mundo, o G10 Favelas vai além da instituição bancária a ser lançada. O projeto surgiu a partir da parceria entre líderes comunitários de duas comunidades do Rio de Janeiro, duas de São Paulo e seis espalhadas por outras localidades do Brasil. De acordo com o site oficial do movimento, a atuação já chega a 181 comunidades do país.

Além da possibilidade de facilitar o acesso ao crédito a partir da inauguração do banco, o G10 Favelas trabalha em 12 blocos. Entre as atividades desempenhadas estão distribuição de cestas básicas & kits de higiene pessoal, incentivo para a contratação de diaristas pelas comunidades e produção & distribuição de marmitas.

“A gente se juntou ao G10 das Favelas para a produção de marmitas solidárias, que são doadas diariamente na comunidade desde o início da pandemia”, comenta Elizandra Cerqueira, empreendedora responsável pelo Bistrô Mãos de Maria, localizado na favela do Paraisópolis, na capital paulista. “De lá para cá, a gente já distribuiu 1,3 milhão de marmitas para a comunidade”, observa a empresária do ramo alimentício.

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2 comentários Ver comentários

  1. Os grandes traficantes e os poderosos “lavadores” de dinheiros moram nas favelas? Não. Estão nos condomínios fechados da Barra da Tijuca, nas mansões à beira do Lago em Brasília, nos condomínios de luxo em São Paulo e em suas mansões de férias em Miami. Muitos políticos tiveram suas campanhas financiadas por eles. Desembargadores do Amazonas estão presos e dezenas de pessoas investigadas dentro do Tribunal de Justiça(?) daquele estado por venda de sentenças de traficantes e é sabido que existem muito mais “magistrados” envolvidos nessa prática. Aqueles que são usuários de cocaína (droga caríssima) não moram nas favelas, moram também nos condomínios fechados e frequentam baladas onde a droga é servida em bandeja. Sabe-se de dezenas de “artistas” usuários e outros tantos , todos ricaços . Quem usa droga também financia o tráfico. É preciso dar um voto de confiança. O Brasil tem onze milhões de pessoas morando em mais de duas mil favelas, o correspondente à toda população da Bélgica. São pessoas de boa índole, capazes de gerar grandes projetos. Só precisam de oportunidades que sempre lhes foram negadas. É uma iniciativa que não conta com nenhum centavo do Governo , nenhuma emenda parlamentar, nenhum apoio da mídia tradicional. A Oeste está de parabéns por divulgar este fato e tratá-lo com o respeito devido.

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