Mais de 2,8 milhões de pessoas pedem seguro-desemprego em maio

Alta no número de pedidos foi de quase 10% desde janeiro; aumento na comparação com a primeira quinzena de maio de 2019 foi de 76,2%.
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Economia brasileira dá sinais de retomada, mas Banco Mundial ainda prevê efeitos negativos | Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília
Economia brasileira dá sinais de retomada, mas Banco Mundial ainda prevê efeitos negativos | Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Alta no número de pedidos foi de quase 10% desde janeiro; aumento na comparação com a primeira quinzena de maio de 2019 foi de 76,2%

Pedidos de seguro-desemprego subiram quase 10% de janeiro até primeira quinzena de maio | Foto: Gabriel Jabur / Agência Brasília
Os pedidos de seguro-desemprego aumentaram 76,2% na primeira quinzena de maio quando comparados com o mesmo período de 2019. Segundo o balanço do Ministério da Economia, foram 504.313 solicitações. O número representa um aumento de 4,9% na comparação com a segunda quinzena de abril deste ano.

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O Estado com mais pedidos foi São Paulo, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Nesse período, 77,5% dos pedidos foram feitos pela internet. Um decreto no fim de abril definiu o processamento de seguro-desemprego como serviço essencial, porém, as solicitações presenciais aumentaram 58,5% em relação à segunda quinzena de abril.

De janeiro até o dia 15 de maio, foram 2,841 milhões de pedidos, o que representa um aumento de 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo com a necessidade de confinamento social para conter o avanço da covid-19, a maior parte dos pedidos ainda é feita presencialmente. Segundo a pasta, 46,1% dos pedidos foram feitos pela internet e 53,9% nas agências físicas.

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