Mercedes-Benz garante que vai manter investimentos no Brasil

Programa de investimentos da montadora no Brasil prevê R$ 2,4 bilhões entre 2018 e 2022
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Linha de caminhões extrapesados Actros | Foto: Reprodução/Mercedes-Benz Brasil
Linha de caminhões extrapesados Actros | Foto: Reprodução/Mercedes-Benz Brasil

Programa de investimentos da montadora no Brasil prevê R$ 2,4 bilhões entre 2018 e 2022

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Linha de caminhões extrapesados Actros | Foto: Reprodução/Mercedes-Benz do Brasil
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A direção da Mercedes-Benz reforçou que vai manter os investimentos previstos no Brasil. A decisão ocorre mesmo após a empresa apontar um cenário de alta incerteza no mercado de veículos comerciais.

Nesta quarta-feira, 23, a marca alemã lançou uma nova geração de caminhões extrapesados, cuja cabine foi desenvolvida pela engenharia brasileira para produção na Alemanha em 2021 — algo inédito.

Leia mais: “Otimismo da indústria cresce e supera período pré-covid”

O programa de investimentos da montadora no Brasil prevê R$ 2,4 bilhões entre 2018 e 2022, com recursos destinados, principalmente, à atualização de plataformas e produtos.

Durante entrevista virtual à imprensa, Karl Deppen, que assumiu neste ano a presidência da Mercedes-Benz do Brasil, reconheceu os ajustes feitos pela companhia para reduzir custos num momento de quebra na geração de caixa. Ele ressaltou, porém, que o grupo não deixou de investir em inovação.

Stefan Buchner, chefe mundial da Mercedes-Benz Trucks, afirmou que estimar o que será o mercado brasileiro até o ano que vem é hoje um exercício de grande incerteza.

Ele avaliou que o país apresenta um cenário misto, com recorde na safra de grãos — com consequente efeito positivo na demanda por transporte —, mas alguns setores ainda sofrem o impacto da pandemia.

“O Brasil tem suas particularidades e ambiente de negócio próprio. A agricultura, por exemplo, é muito competitiva no Brasil. Temos grandes desafios, assim como no resto do mundo, mas diferentes dos desafios na Europa”, comentou Buchner, que está de saída da multinacional alemã porque vai se aposentar.

Ele disse ser a favor de a operação no Brasil aumentar seus índices de nacionalização e se transformar numa plataforma exportadora. Informou, contudo, que não faz sentido logístico exportar as cabines desenvolvidas em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para o mercado europeu.

Com informações do Estadão Conteúdo

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