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Ministro da Economia não descarta auxílio maior, mas pede venda de empresas públicas

Declaração foi dada em comissão do Senado Federal
Ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Reprodução/TV Senado
Ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Reprodução/TV Senado

Em audiência no Senado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira, 25, que não descarta um auxílio mais alto, mas que isso dependeria de contrapartidas como a venda de empresas públicas que dão prejuízo.

Senadores questionaram o ministro sobre a possibilidade de aumentar o valor do auxílio emergencial para R$ 600, patamar que chegou a ser pago no ano passado. Governadores de 16 estados também divulgaram carta para pressionar o Congresso a voltar ao patamar anterior.

Leia mais: “‘Em 60 dias, podemos estar num cenário já completamente diferente’, afirma Guedes”

“O governo brasileiro é um Estado rico, que financeiramente está quebrado, mas está cheio de ativos que ele não mobiliza. Ele tem estatais que davam prejuízo de 20 ou 30 bilhões durante anos, décadas. São as estatais dependentes”, declarou o ministro.

Segundo ele, governo anteriores poderiam ter dobrado o valor do Bolsa Família, “bastava ter fechado ou vendido essas estatais que davam prejuízo”. O ministro disse que seu desejo é reduzir e até erradicar a miséria.

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