Revista Oeste - Eleições 2022

O Estado brasileiro beneficia poucos à custa de muitos

É o que argumenta Salim Mattar, em artigo publicado na Edição 114 da Revista Oeste
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O Estado brasileiro beneficia poucos à custa de muitos
O Estado brasileiro beneficia poucos à custa de muitos | Ilustração: Reprodução/Shutterstock

Em artigo publicado na Edição 114 da Revista Oeste, Salim Mattar argumenta que os sociais-democratas têm cuidado bem dos servidores públicos e, como consequência disso, o país convive com uma absurda desigualdade e pobreza.

Leia um trecho

“A carga tributária brasileira era de 24,3% do PIB em 1984, quando os militares ainda estavam no poder. O social-democrata José Sarney assumiu em 1985 e, desde então, com sucessivos governos adeptos da social-democracia, a carga tributária saltou para 34%, crescimento de 40% em 34 anos, mais de 1 ponto porcentual ao ano! No mundo inteiro, os sociais-democratas são conhecidos por sua voracidade por impostos para agigantar o Estado com a falsa promessa de um estado de bem-estar social.

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Nossa carga tributária se aproxima à de países como a Bélgica e a Áustria, que possuem uma elevada qualidade de serviços em segurança, educação, saúde, saneamento e infraestrutura em contrapartida aos impostos arrecadados de seus cidadãos. O Brasil, taxando em 34%, está na quarta posição no ranking de países com a mais elevada carga tributária sobre empresas, logo depois de Índia, Malta e Congo. Pior, o país possui também uma das mais elevadas tributações sobre a folha de pagamentos, criando um desestímulo ao emprego. Elevar a taxação de quem cria empregos e gera riqueza é um absoluto contrassenso. Este Estado gigantesco, pesado, burocrático, lento e oneroso para o cidadão custa ao povo cinco meses de trabalho por ano apenas para pagar impostos, mas a qualidade de serviços à população deixa muito a desejar em todas as áreas em que o Estado se meteu e prometeu, constitucionalmente, atender às expectativas da sociedade.”

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Além do Estado brasileiro

A Edição 113 da Revista Oeste vai além do texto de Salim Mattar. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Silvio Navarro, J.R. Guzzo, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Ana Paula Henkel, Cristyan Costa, Bruno Freitas, Dagomir Marquezi, Flávio Gordon, Bruno Meyer, Ubiratan Jorge Iorio, Gabrielle Bauer e Edimilson Migowski.

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4 comentários Ver comentários

  1. No Brasil, como em outras republiquetas, muitos pagam pelas benesses de poucos vagabundos, países sitados pelo jornalista como Bélgica, mesmo com impostos muito altos, o retorno para a população existe, em todas as áreas, saúde, educação, segurança. Aqui, além de uma carga vergonhosa, não vejo um futuro próximo, com mudanças, nossos políticos se lixam para o povo.

  2. Como diz o Fiúza, os socialistas, dentre os quais os sociais-democratas, sempre vivem em cima do muro. Quando tem que se decidir por qual lado do muro vão descer, sempre o fazem pelo lado esquerdo. Aqui no Brasil, normalmente, caem no colo do PT e seus puxadinhos.

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