Pesquisa aponta crescimento do medo de desemprego no Brasil

Diante da crise do coronavírus, aumenta a busca por novas vagas e seguro-desemprego [caption id="attachment_244638" align="alignnone" width="1023"] Foto: Tony Winston/Agência Brasília[/caption] As buscas por seguro-desemprego no Google alcançaram o maior…
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Diante da crise do coronavírus, aumenta a busca por novas vagas e seguro-desemprego

Foto: Tony Winston/Agência Brasília
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As buscas por seguro-desemprego no Google alcançaram o maior nível em comparação com o último ano, segundo o levantamento feito nesta segunda-feira, 30, pela Bites, consultoria especializada em análise de dados.

O brasileiro começa a dar sinais do medo de uma futura crise econômica no país. O coronavírus virou de cabeça para baixo o que se esperava para o mercado de trabalho.

Chama atenção ainda o fato de que na escala de 0 a 100 do Google, que mede esse comportamento das consultas, a taxa média de pesquisa pelo seguro-desemprego chegou a 94 na noite de ontem,  enquanto no dia 31 de março houve um registro contra 63.

O medo de demissões em massa fez com que a busca “como dar entrada no seguro-desemprego 2020” crescesse 600% nesse período, seguida de “como dar entrada no seguro-desemprego on-line”, com uma variação de 450% em relação ao período anterior mapeado pelo Sistema Analítico Bites.

Os usuários do Twitter também refletiram a tendência em 23 de março. As menções relacionadas ao assunto chegaram a 41.528, equivalentes a 33% dos posts publicados nos últimos 12 meses sobre o tema.

Nesse mesmo dia, como foi noticiado por Oeste, o presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória que autoriza a suspensão do contrato de trabalho por até quatro meses, o que fez disparar as buscas. Além disso, os sites de vagas de emprego registraram crescimento considerável.

De acordo com a Bites, o Linkedin saiu de 880 mil visitas em 22 de março para 2,6 milhões no dia da mudança de planos do presidente sobre a suspensão dos contratos. O acréscimo em menos de 24 horas foi de 195,5%.

Algo bem similar ao que aconteceu no site vagas.com.br, que em menos de 24 horas registrou um aumento de 43% em seu tráfego.

 

 

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