Petrobras aumenta em 19% o preço do gás natural para as distribuidoras

Para os botijões de cozinha, que são à base de GLP, o reajuste não gera impactos
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Foto noturna da nova fachada do Edise, o edifício-sede da Petrobras, no Rio de Janeiro | Foto: Flávio Emanuel/Agência Petrobras
Foto noturna da nova fachada do Edise, o edifício-sede da Petrobras, no Rio de Janeiro | Foto: Flávio Emanuel/Agência Petrobras

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 29, que vai aumentar em 19% o preço de venda de gás natural para as distribuidoras a partir de domingo. O produto é matéria-prima do Gás Natural Veicular (GNV), do gás de cozinha encanado e é fonte de energia para diversos setores da indústria. Já para o botijão, o valor de referência é o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

Segundo a empresa, a variação do preço do gás natural se dá com base em fórmulas previstas em contratos públicos e divulgados no site da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O cálculo leva em conta as variações do petróleo no mercado internacional e a taxa de câmbio.

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Além do preço cobrado pela Petrobras, os tributos federais e estaduais, além das margens de lucro de distribuidoras e revendedoras, formam o preço final do gás. Diante disso, o reajuste no preço final repassado aos consumidores ainda é incerto.

Desde 2016, a Petrobras adota uma política que vincula os preços praticados no país aos do mercado internacional, tendo como referência o preço do barril de petróleo tipo Brent, que é calculado em dólar.

Nos últimos meses, houve uma grande elevação da cotação sob influência dos impactos da invasão russa à Ucrânia, entre outros fatores. O barril saiu de US$ 82 no início de janeiro, chegou a US$ 130 em março e agora tem se estabilizado próximo aos US$ 105.

Para os botijões à base de GLP, o reajuste não gera impactos. A medida deverá afetar principalmente moradores que consomem gás natural canalizado e motoristas com carros que utilizam GNV. Setores da indústria que usam o gás natural como fonte de energia também serão impactados.

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8 comentários Ver comentários

  1. Sou assinante da OESTE e reputo ser uma publicação séria e respeitada. Mas, para continuar assim, ela deve prestar atenção nas manchetess que muitos que não a conhecem podem ler e interpretar mal. É preciso muita atenção às manchetes. A palavra NATURAL desaparece diante do impacto do “Petrobras aumenta em 19% o preço do gás…”. ESpero que entendam essa crítica como construtiva vinda de alguém da área de marjeting. Abraços

  2. O dinheiro dos contribuintes financia a exploração econômica criminosa praticada pela Petrobras, lucros garantidos aos acionistas e funcionários, enquanto o brasileiro paga.

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