Plano de saúde de senadores custou R$ 15 milhões em 2020

É o que informou o ex-secretário de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar
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O empresário deixou o governo Bolsonaro em agosto passado depois de queixas ao Congresso Nacional
O empresário deixou o governo Bolsonaro em agosto passado depois de queixas ao Congresso Nacional | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O ex-secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, criticou nesta sexta-feira, 5, a despesa que os pagadores de impostos tiveram em 2020 com planos de saúde de senadores, ex-senadores e dependentes. “Brasil injusto. Plano de saúde dos senadores é vitalício e, no ano passado, custou R$ 15 milhões para apenas 77 senadores e 184 ex-senadores e seus dependentes”, informou Mattar, no Twitter, ao criticar o que chamou de “privilégio dos cidadãos de primeira categoria”. O empresário deixou o governo Bolsonaro em agosto passado depois de queixas ao Congresso por causa de entraves às privatizações.

Leia também o artigo de Salim Mattar publicado na edição 43 da Revista Oeste

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