Revista Oeste - Eleições 2022

Preço do aluguel residencial avança em janeiro, informa FGV

Aumento foi de 1,86% no primeiro mês deste ano, ante 0,66% em dezembro de 2021
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Preço médio do aluguel no Brasil registrou alta em janeiro deste ano
Preço médio do aluguel no Brasil registrou alta em janeiro deste ano | Foto: Reprodução/Loft

Segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o preço médio dos aluguéis residenciais registrou alta de 1,86% em janeiro deste ano, ante 0,66% em dezembro do ano passado.

Com o resultado, o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) acumula uma variação de 1,23% nos últimos 12 meses.

O novo indicador foi lançado pela FGV para medir mensalmente o valor dos aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil. O Ivar monitora os preços de contratos firmados em quatro capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

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Houve elevação do preço médio no acumulado dos últimos 12 meses em todas as cidades pesquisadas. Em São Paulo, o indicador avançou 0,4%; no Rio, 1,85%; em Belo Horizonte, 3,69%; e em Porto Alegre, 0,84%.

Mercado imobiliário

Reportagem publicada por Oeste mostrou que, apesar dos efeitos da pandemia de covid-19 sobre a economia brasileira nos últimos dois anos, o mercado imobiliário chamou atenção por sua resiliência. O segmento, que resistiu ao auge da crise sanitária, fechou 2021 em alta e aponta para boas perspectivas para este ano.

“Podemos dizer que 2021 foi o ano do mercado imobiliário, como reflexo daquilo que aconteceu em 2020. Tivemos um ano no qual as pessoas compraram”, afirma o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. “É importante lembrar que o imóvel é um bem para entrega futura. O emprego de hoje é a venda de ontem e a venda de hoje é o emprego de amanhã.”

Segundo um estudo realizado pela CBIC e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional), em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, as vendas aumentaram 22,5% no acumulado entre janeiro e setembro de 2021, na comparação com o mesmo período do ano anterior. De 2019 para 2020, o crescimento do indicador havia sido de 16%. Já entre 2019 (no pré-pandemia) e 2021, as vendas subiram 42%, e os lançamentos, quase 25%.

Clique aqui para ler a reportagem completa

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