Privatização da Eletrobras é essencial para o país, diz ministro de Minas e Energia

Albuquerque afirma que congresso tem uma dinâmica própria e por isso a proposta ainda não foi aprovada
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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o presidente da República, Jair Bolsonaro, participam da inauguração da Usina Fotovoltaica Coremas III e Ato de divulgação do Programa de Eficiência Energética.
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o presidente da República, Jair Bolsonaro, participam da inauguração da Usina Fotovoltaica Coremas III e Ato de divulgação do Programa de Eficiência Energética.

Bento Albuquerque espera que a proposta seja aprovada em 2021

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o presidente Jair Bolsonaro
Alan Santos/Presidência da República
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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em entrevista na noite de ontem ao programa Direto ao Ponto, da rádio Jovem Pan, falou da importância da privatização da Eletrobras. “Isso não é um projeto de governo, é um projeto de país. É essencial. A Eletrobras está perdendo participação no mercado de energia. Desde 2014, não participa de nenhum leilão de geração nem de transmissão”, disse.

Albuquerque afirmou que o Congresso tem dinâmica própria e por isso a proposta ainda não foi aprovada. O jornalista e colunista de Oeste Augusto Nunes perguntou se a aprovação poderia sair em 2021. “Eu espero que sim. Estamos trabalhando nesse sentido junto com o Congresso Nacional, e espero que, em 2021, isso venha a ocorrer”, respondeu Albuquerque.

 

 

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2 comments

  1. O ministro foi muito educado quando disse q o congresso tem uma dinâmica própria. Puro eufemismo. A tradução é um congresso afogado na roubalheira, na preguiça, na gastança colossal, presidido por um cara q conspirou contra o governo em tudo q pôde e por outro cuja única coisa q fez foi proteger o impeachment de ministros do stf. Esse é o congresso q adora uma estatal para lotá-la de aspones, incompetentes e bajuladores, especialmente a esquerdalha, sinônimo de falência sem limites. O ministro está certo, a corrupção não acaba na privatização, mas o acesso a ela fica muito mais difícil com mecanismos de controle severos. Não recue, Bolsonaro e ministro, PRIVATIZEM TUDO! Só faço um pedido: no edital, exclua toda e qualquer empresa chinesa.

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