Secretário do Tesouro projeta perda de R$ 20 bilhões com reforma do IR

Proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora segue para o Senado, que pode fazer mudanças no texto
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Bruno Funchal, secretário especial do Tesouro e Orçamento, estima perdas com a aprovação da reforma do IR
Bruno Funchal, secretário especial do Tesouro e Orçamento, estima perdas com a aprovação da reforma do IR | Foto: Edu Andrade/Ascom/ME

O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, afirmou nesta sexta-feira, 3, que a reforma do Imposto de Renda (IR) aprovada pelo Congresso Nacional deve reduzir a arrecadação do governo federal em cerca de R$ 20 bilhões em 2022.

A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora segue para o Senado, que pode fazer mudanças no texto.

Leia mais: “Câmara aprova destaque que reduz para 15% tributação de lucros e dividendos”

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Como Oeste noticiou, a faixa de isenção na tabela do IR passa a ser para todos os contribuintes que ganham até R$ 2,5 mil (hoje, o limite é R$ 1,9 mil). Os valores das demais faixas no IR também serão reajustados, em menor proporção. Uma das emendas aprovadas ao texto-base definiu a redução de 20% para 15% na tributação sobre lucros e dividendos — um dos itens mais controversos da proposta.

Reportagem especial: “Reforma tributária tem pontos positivos, mas frustrou expectativas, dizem analistas”

Ainda segundo o secretário, as despesas totais do governo devem cair de 19,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 17,5%, na comparação entre o fim do governo do ex-presidente Michel Temer (2016-2018) e o fim do governo de Jair Bolsonaro.

Leia mais: “Reforma tributária: os principais pontos da proposta e as mudanças feitas pelo relator”

“A melhor forma de repassar isso para a população é reduzindo a carga tributária, que é muito elevada. Mas há um limite para essa perda. Como a gente ainda está em um processo de consolidação fiscal, não há tanto espaço para redução de carga [tributária]”, disse Funchal ao participar de um seminário por videoconferência.

Leia também: “Ubiratan Iorio: ‘A reforma tributária é um remendo’”, entrevista publicada na Edição 70 da Revista Oeste

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4 comentários

  1. No Governo LULA a arrecadação foi reduzida com a corrupção nos contratos firmados entre a PETROBRÁS e as CONSTRUTORAS, em que a redução era introduzida por aumento no valor do contrato, que vinha para os bolsos dos AMIGUINHOS PETISTAS, que embolsavam os valores. Dilma reduziu a tributação sobre a gasolina, congelando o preço do combustível por dois anos, e que contribuiu para quebrar a PETROBRÁS durante esse período em seu balanço. O GOVERNO BOLSONARO ESTÁ REALMENTE REDUZINDO A CARGA TRIBUTÁRIA. ESSE GOVERNO MERECE MEU APOIO!!!!!

    1. Ih, tem gado na pista, fala sério, vcs pobres de direita são o esgoto desse país, salário não é renda. Tem que taxar é dessa elite desgraçada. Quanto ao assassino, esse desgraçado tá fazendo o quê, canalha para os brasileiros trabalhadores, esse FDP nunca trabalhou, seus filhos são outros marginais e vc vem falar de corrupção dos outros, que nem comprovados são, tudo planejado. Vai para o Afeganistão direitalha.

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