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Tesouro informa que estatais custaram R$ 4,8 bilhões a Estados

Governo planeja acelerar as privatizações
O ministro da Economia Paulo Guedes, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos | Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Economia Paulo Guedes, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos | Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL | O ministro da Economia Paulo Guedes, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos | Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Governo planeja acelerar as privatizações

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Impacto financeiro pode variar porque 87 das 263 empresas não informaram valores
Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

No ano passado, os cofres estaduais — leia-se pagadores de impostos — desembolsaram R$ 4,8 bilhões para manter 263 empresas públicas. As informações constam no Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais, divulgado nesta segunda-feira, 24, pelo Tesouro Nacional. Do total de estatais sob o guarda-chuva de Estados e do Distrito Federal, 114 (43%) eram dependentes em 2019. Portanto, essas companhias precisam de recursos do Erário para pagar as próprias despesas, como salários e benefícios de funcionários. O número de estatais que não se sustentam está relacionado ao impacto dessas empresas sobre as contas públicas. Só em subvenções, os governos regionais desembolsaram R$ 4,3 bilhões.

Quer saber mais sobre estatais? Leia “O custo da ineficiência”, reportagem publicada na edição n° 2 da Revista Oeste

A conta final considera aportes para aumento de capital em empresas que não dependem diretamente do Tesouro, que somaram R$ 1,9 bilhão. Dessa forma, elevando o total de despesas para R$ 6,2 bilhões. O impacto total, de R$ 4,8 bilhões, é menor porque as companhias públicas dependentes repassam dividendos aos governos, que no ano passado chegaram a R$ 1,5 bilhão. Além disso, o governo federal informou que o tamanho verdadeiro do impacto financeiro pode variar porque 87 das 263 empresas não informaram valores para nenhuma dessas operações — sejam subvenções, aumento de capital ou repasses de dividendos aos Estados. Felizmente, o governo planeja acelerar as privatizações.

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