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PV vai apoiar reeleição de Bruno Covas em São Paulo

Partido desistiu da chapa que seria formada por Eduardo Jorge e Roberto Tripoli em convenção realizada neste sábado.
PV fez convenção, mas decidiu apoiar a tentativa de reeleição de Bruno Covas mesmo | Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo
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Partido desistiu da chapa que seria formada por Eduardo Jorge e Roberto Tripoli em convenção realizada neste sábado

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PV fez convenção, mas decidiu apoiar a tentativa de reeleição de Bruno Covas mesmo
Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo

O Partido Verde (PV) aprovou neste sábado, 5, a coligação com o PSDB para a reeleição de Bruno Covas à Prefeitura de São Paulo. Um programa com dez critérios para formação de alianças do PV foi entregue aos tucanos.

A pré-candidatura de Eduardo Jorge ao cargo chegou a ser lançada, mas foi retirada após a sigla entender que teria dificuldades para levar a campanha adiante, com pouco acesso ao fundo eleitoral. A estratégia do partido é tentar priorizar a eleição de vereadores, para garantir o cumprimento de cláusulas de barreira e manter-se em atividade.

“Nós chegamos a essa conclusão para podermos ajudar mais vereadores, porque vamos ter à facilidade de ter mais acesso à televisão e poderemos projetá-los, infelizmente o nosso partido é pequeno”, disse o presidente do PV, Roberto Tripoli, durante a convenção. “Muitos discordam, eu sempre digo que procuro errar o mínimo possível e eu fiz esse trabalho em conjunto com inúmeras pessoas no partido.”

O partido também debateu compor chapa com a Rede, além de estudar apoio aos candidatos Andrea Matarazzo (PSD) ou Márcio França (PSB). A ideia foi abandonada após a aproximação de Matarazzo e França com a direita, e a impossibilidade de uma chapa com a pré-candidata da Rede, a deputada estadual Marina Helou.

Outra dificuldade é a decisão dos vereadores Gilberto Natalini e Reginaldo Trípoli, ambos do PV de não buscarem reeleição na Câmara Municipal neste ano. O partido calcula perder cerca de 120 mil votos por causa das desistências, o que complica as perspectivas da legenda.

Covas fez uma aparição durante a convenção partidária, agradeceu o apoio e prometeu levar o programa do PV em consideração. “Vamos nos debruçar sobre as propostas, identificar o que pode ser feito ainda neste ano, até dezembro, e o que pode entrar para o próximo ano”, disse, por meio de videoconferência.

O PV foi o único partido que apresentou um plano de governo para as eleições municipais, elaborado com orientação de Eduardo Jorge. O documento, com propostas preliminares, tem 100 diretrizes para a cidade de São Paulo.

A coligação foi aprovada com 23 votos a favor, dos 32 da executiva.

Com informações do Estadão Conteúdo.

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3 comentários

  1. Se ele diz que “procura errar o menos possível”, como apoia o Covas? É um erro fundamental, que mostra buscar visibilidade política e não aderência a princípios.

  2. Não voto em partidos como estes. São Paulo deve mudar o revezamento PSDB e PT ou seus partidos satélites. Temos q tirar a representatividade desses partidos em Brasília, começando pelas prefeituras.

  3. O Covas das “covas”, o insano que chegou às vias de fato, ao mandar soldar portas de pequenos comerciantes da cidade de São Paulo, Quero ver esse traste pedir votos na 25 de março e outras ruas de pequenos comerciantes que sofreram nas mãos desse ditador de meia tigela

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