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Os mortos e a inclusão eleitoral nos Estados Unidos

Guilherme Fiuza analisa, com elegância e sarcasmo, a "ascensão meteórica" do democrata Joe Biden — a quem o jornalista compara a um poste sem luz
Foto: Divulgação/Flickr
Foto: Divulgação/Flickr | Foto: Divulgação/Flickr

Guilherme Fiuza analisa, com elegância e sarcasmo, a “ascensão meteórica” do democrata Joe Biden — a quem o jornalista compara a um poste sem luz

os mortos e a inclusão
Na Pensilvânia, 21 mil mortos estão cadastrados no sistema eleitoral | Foto: Divulgação/Flickr

“Só porque os mortos resolveram votar, os aliados do Trump reclamaram. Esses fascistas detestam a inclusão. Por que os mortos não podem participar da festa democrática? Foi tudo normal na eleição norte-americana”, ironizou Guilherme Fiuza, no mais recente artigo publicado por ele na Revista Oeste. Entre outros pontos, o jornalista destaca incongruências que ocorreram no pleito de 3 de novembro de 2020: softwares viciados, impossibilidade de observadores do Partido Republicano checarem de perto a contagem de votos e pessoas falecidas registradas no sistema eleitoral.

Fiuza analisa, com elegância e sarcasmo, a “ascensão meteórica” do democrata Joe Biden — a quem o jornalista compara a um poste sem luz — ao posto de “maior fenômeno eleitoral da História dos Estados Unidos”, como prega dia e noite a mídia chique e politizada. “Tudo isso graças à revolta do povo norte-americano contra Donald Trump. De fato, os norte-americanos tiveram quatro anos de ascensão socioeconômica, e isso revolta mesmo a pessoa. Todo mundo sabe que o que faz um ser humano feliz e satisfeito é eleger o governo dos amigos da Jane Fonda”, acrescentou o colunista de Oeste.

Quer saber mais sobre a análise de Guilherme Fiuza? Leia o artigo “Biden e a inclusão dos mortos”, publicado na edição n° 34 da Revista Oeste

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