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Grupo ‘hacker’ reivindica ataque a 61 ‘sites’ no Brasil

"CyberTeam" afirma que, desde 2017, foram 140 invasões

CyberTeam afirma que, desde 2017, foram 140 invasões

Foto: Pixabay

O grupo do hacker português que assumiu publicamente a autoria do vazamento de dados privados e do ataque cibernético ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o primeiro turno das eleições municipais, no último dia 15, tem um histórico de atuação contra sites brasileiros.

Apenas ao longo deste ano, o CyberTeam — liderado pelo hacker conhecido como Zambrius — disse ter atacado ao menos outras 61 páginas com o domínio “.br”. Desde 2017, foram 140.

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A invasão de sites do Ministério da Saúde, que prejudicou a divulgação de dados sobre covid-19, também é reivindicada pelo grupo. Na lista dos alvos estão, ainda, prefeituras, Câmaras e um departamento de trânsito. Pequenas empresas e escritórios de advocacia figuram entre as vítimas.

Zambrius está em prisão domiciliar, em Portugal, e diz ter agido sozinho, munido apenas de um celular. As apurações estão sendo conduzidas pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo próprio TSE. Há também um inquérito aberto pela Polícia Federal.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Zambrius disse que não contou com a ajuda de ninguém na invasão das páginas do TSE. Em ataques anteriores do CyberTeam, no entanto, há listas com assinaturas de grupos inteiros.

Com informações do Estadão Conteúdo

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4 comentários

  1. Domingo veremos novamente a já famosa “paradinha” do STF seguida da “virada” dos votos sempre a favor dos candidatos da esquerda. Ninguém acredita nessas urnas inauditaveis. A teimosia dos urubus togados ainda vai produzir um levante popular de grupos que eventualmente não aceitarem os resultados das eleições. O motivo é bem simples: É IMPOSSÍVEL A RECONTAGEM DOS VOTOS!

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