Os principais temas que marcaram a política em 2025 e as perspectivas para o Brasil em 2026 estiveram em pauta durante o primeiro painel de um evento on-line promovido pela Revista Oeste na manhã desta segunda-feira, 8.
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Intitulado “Brasil 2026”, o evento reuniu jornalistas e analistas para discutir os cenários que moldarão o país no próximo ano. O debate contou com a participação de Augusto Nunes, Alexandre Garcia e André Marsiglia, e teve a mediação de Paula Leal, apresentadora do programa Oeste Sem Filtro.
Na ocasião, Augusto Nunes relembrou que o ano de 2025 foi a “consolidação da ditadura do Judiciário”.
“O problema do Brasil hoje é o STF”, declarou Nunes. “É dali que surgem todas as crises e todos os absurdos endossados, tolerados ou aplaudidos pela imprensa convencional.”
Para Marsiglia, a situação é igualmente preocupante. Ele afirmou que o país vive um “completo despudor”. “A gente tem um STF depravado, eles simplesmente perverteram a Constituição, é um STF perverso em relação ao Direito”, disse o jurista. “Houve uma depravação jurídica no país promovida pelo STF há seis anos e meio e que hoje está consolidada. Isso é uma das razões que podemos dizer que temos uma ditadura no país.”
2026: o ano do desequilíbrio das contas públicas
Garcia trouxe ao debate a perspectiva econômica e fiscal para 2026 e alertou sobre o risco do desequilíbrio das contas públicas. “Acredito que 2026 vai ser a consolidação do desequilíbrio das contas públicas”, destacou o analista político. “Porque já está desequilibrado e vão jogar dinheiro para comprar voto. Vamos deixar de eufemismo. Bolsa Família é compra de voto.”
Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste






































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