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‘Jornal Nacional’ se defende de ação da AGU

Noticiário pode ser obrigado a veicular direito de resposta de Bolsonaro
Foto: DIVULGAÇÃO/REDE GLOBO DE TELEVISÃO
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Noticiário da Rede Globo pode ser obrigado a veicular direito de resposta de Bolsonaro

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Foto: DIVULGAÇÃO/REDE GLOBO DE TELEVISÃO

Exibida em 8 de agosto, a edição do Jornal Nacional cumpriu seu dever jornalístico. Esse é pelo menos o entendimento da direção da Rede Globo de Televisão. Em comunicado oficial divulgado neste sábado, 29, o canal se defende da reclamação de Jair Bolsonaro. Conforme noticiado por Oeste, a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com ação para que o presidente da República obtenha direito de resposta no noticiário.

Leia mais: “Globo ignora STF e cobra Bolsonaro por condução da pandemia”

De acordo com Bolsonaro, o programa transmitido em pleno horário nobre da televisão brasileira trabalhou para responsabilizá-lo pelas mais de 100 mil mortes que o Brasil registra em decorrência da pandemia provocada pelo vírus chinês. A Globo, contudo, nega essa versão. O veículo de mídia controlado pela família Marinho afirma, entre outros pontos, que a edição em questão do JN se atentou a “listar fatos”. Além disso, de acordo com a direção da própria emissora, “convidou o telespectador a uma reflexão.”

Confira a nota divulgada pela Globo:

O editorial do Jornal Nacional não acusou o presidente pelas mais de 100 mil mortes da pandemia de coronavírus. Apenas listou fatos ocorridos durante a pandemia e convidou o telespectador a uma reflexão sobre que autoridades (prefeitos, governadores e presidente) cumpriram seu dever constitucional de zelar pela saúde da população. Na mesma edição, foi divulgada nota da Secom defendendo as ações do governo federal no combate à pandemia.

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