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Sobre Facebook, ‘fake news’ e ‘patrulhamento ideológico’

Leitores comentam o fato de a rede social e uma agência de checagem de fatos terem classificado uma reportagem verídica da Revista Oeste como falsa
Leitores criticam 'fake news' contra a Revista Oeste
Leitores criticam 'fake news' contra a Revista Oeste | Foto: Reprodução

“As ‘agências de checagem’ são, na realidade, agências de patrulhamento ideológico”

“As mídias já se posicionaram a favor do globalismo e contra tudo e todos conservadores. Quem tem que se organizar agora somos nós”

“Facebook, Twitter, WhatsApp estão todos na vala comum dos globalistas esquerdopatas que querem dominar o planeta e colocar cabresto na humanidade”

“Se continuar assim, os consevadores terão que bater tambor para se comunicar”

“As chamadas ‘agências de checagem’ são, em vários casos, formadas por jornalistas oriundos de veículos da mainstream media”

“Realmente bizarro. Facebook cada vez mais lixo”

“Se os veículos de direita não começar a processar, será daí para pior”

“Tem que processar e fazer eles [Facebook] e [a agência] Aos Fatos retratarem”

“Esta na hora de criarmos nossos próprios meios de comunicação”

“Já passou da hora de esvaziarmos essas redes sócias com censura parcial”

Esses são alguns dos mais de 30 comentários registrados até a tarde desta quarta-feira, 14, no texto “Facebook comete fake news ao tachar como fake news uma matéria verídica”. Publicada na Edição 42 da Revista Oeste, a reportagem da editora Branca Nunes mostra, com dados e fatos, que um conteúdo correto da publicação on-line foi erroneamente marcado como “falso” pela rede social e pela agência Aos Fatos. Até agora, a dupla não reconheceu estar espalhando fake news. Entenda essa história clicando aqui.

Facebook comete ‘fake news’ ao tachar de ‘fake news’ uma matéria verídica

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