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Twitter oculta publicação do Ministério da Saúde

Rede social alega que o órgão violou as regras da plataforma ao postar mensagem a favor do tratamento precoce
Vozes conservadoras têm sido caladas pela plataforma, afirma colunista
Vozes conservadoras têm sido caladas pela plataforma, afirma colunista | Foto: Divulgação/Internet

No sábado 16, o Twitter limitou o acesso a um post do Ministério da Saúde a favor do tratamento precoce contra o novo coronavírus. A postagem orienta pessoas com sintomas da doença provocada pelo patógeno a procurarem ajuda médica e, assim, conseguirem acesso a medicamentos, como a hidroxicloroquina. Reportagem publicada na Edição 3 da Revista Oeste mostra que o remédio é eficaz no enfrentamento do vírus chinês. Contudo, a rede social ocultou a mensagem da pasta e pôs um aviso informando aos internautas que o órgão federal “violou as regras da plataforma, sobre publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à covid-19”.

Um dia antes, a plataforma fez o mesmo com tuítes do presidente Jair Bolsonaro e de parlamentares ligados ao chefe do Executivo, como os deputados Bia Kicis e Daniel Silveira. Durante as eleições norte-americanas, a empresa também mirou a artilharia no presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao censurar posts dele e até mesmo derrubar a conta do chefe do Executivo. Em artigo publicado na Edição 43 da Revista Oeste, a colunista Ana Paula Henkel critica o “poder supremo” exercido pelas big techs ao “cancelarem” vozes dissidentes do pensamento de esquerda. “É justo banir alguém do debate público por não concordar com suas ideias ou sua retórica?”, indaga Ana Paula.

Leia também: “Os novos senhores do mundo”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 43 da Revista Oeste

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