Irã não possui capacidade de reativar as refinarias venezuelanas - Revista Oeste

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Em 14 maio 2020, 16:12

Irã não possui capacidade de reativar as refinarias venezuelanas

14 maio 2020, 16:12

Assim como os russos, os iranianos não possuem a tecnologia e o conhecimento necessário para que a Venezuela possa voltar a produzir gasolina

Uma refinaria da PDVSA na Venezuela

Uma refinaria da PDVSA na Venezuela | Foto: Luisovalles/Wikimedia

O Irã não vai ser capaz de resolver o grave problema de abastecimento de gasolina que passa a Venezuela. A Rússia, que possui experiência com o tipo de refinarias venezuelanas não obteve sucesso também.

As refinarias de petróleo da Venezuela, que pertencem à estatal PDVSA, estão em, péssima condições e não são capazes de atender à demanda interna do país. A Rússia, e agora o Irã, prometeram que iam arrumar a atualizar as refinarias do país. Assim como os russos, os iranianos não devem ter sucesso.

Para o jornal espanhol ABC, o diretor-executivo da Consultoria Trends, Antonio de la Cruz, afirmou que uma refinaria é algo que precisa ser comandado por pessoal altamente qualificado e que os especialistas iranianos não possuem o conhecimento necessário. Ele afirma que é provável que eles consigam retomar uma parte da produção, mas apenas por um curto período e abaixo da demanda interna.

De la Cruz também ressalta que a produção venezuelana, que possui a maior reserva de petróleo do mundo, nunca esteve tão baixa. Isso pode acabar também servindo como um impedimento para o funcionamento das refinarias.

Crise e embargo

A Venezuela sofre, além da crise econômica, social e política, com um embargo econômico, que impossibilita que ocorra a manutenção adequada dessas refinarias.

De acordo com o jornal espanhol , as únicas petroleiras ocidentais que atual no país, a norte-americana Chevron e a espanhola Repsol pagam parte dos impostos para o regime venezuelano em gasolina, o que garante que a crise não seja ainda pior.

Ambas atuam pois ainda não foram atingidas pelo embargo e servem com um alerta dos Estados Unidos de que mais pode ser feito para atingir a ditadura de Nicolás Maduro.

 

 

 

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