-Publicidade-

Apagão no Amapá: Justiça obriga governo a estender auxílio emergencial no Estado

Decisão foi tomada por juiz federal
Uma das subestações de energia elétrica no Amapá; Estado sofreu com apagão na última semana | Foto: Divulgação/Ministério de Minas e Energia
Uma das subestações de energia elétrica no Amapá; Estado sofreu com apagão na última semana | Foto: Divulgação/Ministério de Minas e Energia | apagão de energia elétrica no amapá - juiz prorroga auxílio emergencial

Decisão foi tomada por juiz federal

apagão de energia elétrica no amapá - juiz prorroga auxílio emergencial
Uma das subestações de energia elétrica no Amapá; Estado sofreu com apagão na última semana | Foto: Divulgação/Ministério de Minas e Energia

O governo federal terá de pagar auxílio emergencial por mais dois meses para parte da população do Amapá. O juiz João Bosco Costa Soares da Silva, da 2ª Vara Federal Cível do Estado, relacionou a decisão à pane de energia elétrica na última semana e fixou o valor da parcela em R$ 600.

Leia mais: “Petrobras inicia programa anticorrupção em parceria com Banco Mundial e BID”

Para o magistrado, a ampliação do período do auxílio emergencial ajudará a reverter a situação classificada por ele de “balbúrdia” e enfrentada pela população de 13 dos 16 municípios amapaenses. Segundo define em trecho de seu parecer, o povo do Amapá conviveu com “gravíssimos transtornos sociais” diante do apagão.

“Incontáveis prejuízos patrimoniais e morais”

O juiz garante a intenção de “amenizar o problema social instalado em decorrência do blecaute e da permanência de seus efeitos”. Dessa forma, deu prazo de dez dias para a União encontrar a melhor forma de realizar o pagamento determinado, principalmente à “população menos favorecida”, informa a Agência Brasil. Para o magistrado, essa parcela da sociedade sofreu “incontáveis prejuízos patrimoniais e morais”.

Fornecimento de energia

Além de mandar o governo federal estender o auxílio emergencial, Soares da Silva analisou o caso da Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE), empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Estado da Região Norte. Na decisão, ele determina o restabelecimento do serviço em até sete dias.

  • Mais notícias sobre o Amapá:

“76% da energia do Amapá já foi restabelecida, informa governo”
“Bento Albuquerque: ‘Vida está voltando ao normal no Amapá’”
“Alcolumbre defende presença de estatal no fornecimento de energia no Amapá”
“90% da população do Amapá enfrenta ‘rodízio de energia’”
“Governo libera R$ 21,6 milhões para socorrer o Amapá”
“Apagão eleitoral: capital do Amapá adia eleições”

* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

9 comentários

  1. Simples d resolver, tira o valor previsto da despesa dos repasses para o judiciário, já q o juiz entende tanto disso, ele vai entender e aceitar q o custo saia dele e de seus “companheiros” .
    Alguém pode me dizer pq o governo federal é o responsável já q quem privatizou foi o estado?

    1. Obs. O q ninguém t conta é q a isolux ou LMTE, q falam q é espanhola na verdade foi comprada pela state grid, advinha d qual país é a empresa? Nova Guiné, Burundi ou China?

  2. Isso cheira a complô, sabotagem, traição e lambeção de saco do dragão infernal com direito a gozada do dragão xinês na cara como uma espécie de batismo infernal!

  3. Não existe nenhuma lei que diga que o governo federal tem que pagar auxílio emergencial pra alguém se uma empresa privada que antes era estadual falhar na distribuição de energia.
    Juizinho ativista querendo aparecer.

  4. É nisso que dá ter que jogar a responsabilidade por tudo quanto é desgraça nas costas do executivo, e o pior, ainda fixam o prazo: “dou sete dias” e ainda fixa o valor do “voucher” em R$ 600,00 e pelo prazo de 02 meses. Essa situação não tem outra solução a não ser enfrentar esse cretinos e colocá-los todos em seus devidos lugares como num país ou então entregar o país à desordem, o que é justamente o que eles querem. Isso só funciona num regime totalitário como na China, Venezuela ou Cuba.

Envie um comentário

-Publicidade-
Exclusivo para assinantes.
R$ 19,90 por mês