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Justiça bloqueia bens de Eduardo Paes

Candidato a prefeito do Rio reclama de decisão “às vésperas da eleição”
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio que está com bens bloqueados | Foto: Reprodução/Twitter
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio que está com bens bloqueados | Foto: Reprodução/Twitter | eduardo paes - bens bloqueados

Candidato a prefeito do Rio de Janeiro reclama de decisão “às vésperas da eleição”

eduardo paes - bens bloqueados
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio que está com bens bloqueados | Foto: Reprodução/Twitter

O candidato da coligação encabeçada pelo DEM à prefeitura carioca, Eduardo Paes, teve seus bens bloqueados pelo Poder Judiciário. A determinação ocorreu na tarde hoje, por meio de julgamento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O caso envolve apuração na relação dele com empresas de ônibus da cidade.

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O bloqueio dos bens de Paes, que já foi prefeito do Rio de Janeiro por dois mandatos, ocorreu em ação que envolve a suspeita de direcionamento em processos de licitação na área de transporte público da cidade. “Direcionamento” é quando empresas se apresentam como concorrentes, mas acertam valores e propostas para cada uma ficar com determinada fatia do serviço ofertado, por exemplo.

De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a gestão de Paes à frente da prefeitura carioca teve outro problema envolvendo empresas de ônibus. Nesse sentido, promotores afirmam que houve “custeio em duplicidade das gratuidades no transporte intermunicipal”. Ou seja, o político teria ressarcido em dobro o valor que era de direito das companhias de transporte.

Além de Paes, o ex-secretário de Transportes da cidade do Rio de Janeiro, Paulo Roberto Santos Figueiredo, e o sindicato patronal Rio Ônibus tiveram os bens bloqueados pela Justiça, informa o portal UOL. Os bloqueios ainda se estendem a consórcios e empresas que operam linhas de ônibus na capital fluminense.

Defesa

Em vídeo divulgado em seu perfil no Twitter, Eduardo Paes se defendeu. Afirmou que crê na reversão da decisão tomada hoje e aproveitou para dizer que trabalhou em prol dos estudantes da rede pública do município no caso das gratuidades de passagem de ônibus. Em texto, o político do DEM lamentou que o parecer vindo do TJ-RJ ocorreu “às vésperas da eleição.”

 

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