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Lava Jato do RJ garante que Aras ‘não tem poder para ditar regras’

Procurador-geral da República quer acesso amplo a todos os documentos de investigações das forças-tarefas de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba
O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL
O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL | O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL

Procurador-geral da República quer acesso amplo a todos os documentos de investigações das forças-tarefa de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba

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O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL

A força-tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro enviou um documento ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin no qual se manifesta contra o envio de informações da operação à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fachin é relator da ação na qual a PGR pede amplo acesso a todos os documentos de inquéritos (inclusive os que estão sob sigilo) das forças-tarefa de São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro, informa o jornal Folha de S.Paulo.

A manifestação foi assinada por 11 membros da Lava Jato. De acordo com eles, o procurador-geral da República, Augusto Aras, “não tem poder hierárquico algum para requisitar informações ou ditar regras aos procuradores”.

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Os signatários do documento sustentam que Aras quer “a criação de uma instância direta e permanente, liderada pelo PGR”. Portanto, o objetivo seria “fiscalizar quaisquer das atividades exercidas pelas forças-tarefas”.

Durante o plantão judiciário de julho, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, concedeu medida cautelar determinando o envio dos documentos à PGR. No entanto, com a volta dos trabalhos, o relator Fachin revogou a decisão.

Assinam a peça: Eduardo Ribeiro Gomes El Hage; Almir Teubl Sanchs; Fabiana Keylla Schneider; Felipe Almeida Bogado Leite; Gabriela de Góes Anderson Maciel Tavares Câmara; José Augusto Simões Vagos; Marisa Varotto Ferrari; Renata Ribeiro Baptista; Rodrigo Timoteo da Costa e Silva; Sérgio Luiz Pinel Dias; e Stanley Valeriano da Silva.

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3 comentários

  1. A indicaçao desse aras que era sabido e filiado ao PT assim como foi advogado do pt essa nomeaçao os brasileiro nao enguliram nao por parte do Bozo ninguem queria ta ai ele ta sim querendo desmontar a lava jato e impedir novas investigaçao e quando ouver ele avisar sua turma.

  2. Sinto muito, mas nessa história eu prefiro acreditar no Aras. O volume de pessoas das quais a Lava Jato mantém dados simplesmente não é normal. E a proximidade de Disney Rossetti, que é homem de Alexandre de Morais, com a turma do Moro também não inspira nem um pouco de confiança.

    1. Não precisa se lamentar. Deve existir no Brasil mais umas quatro ou cinco pessoas que preferem acreditar no Aras. E preferência não se discute.

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