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Toffoli concede prisão domiciliar a suspeito de obstruir a Justiça

Waldir Teis, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, foi preso ao jogar no lixo cheques durante operação da Polícia Federal
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL | O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Waldir Teis, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, foi preso ao jogar no lixo cheques durante operação da Polícia Federal

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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli
Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, converteu em domiciliar a prisão preventiva do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso Waldir Teis. Dessa forma, o ministro alegou que o detento corre risco de saúde em razão da pandemia de coronavírus. Teis foi preso em 1° de julho deste ano depois de ser flagrado fugindo pela escadaria de seu escritório na capital do Estado, Cuiabá, para jogar no lixo vários cheques durante operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF).

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Além disso, Toffoli garante que os supostos crimes cometidos por Teis não são graves. O conselheiro foi denunciado pelo Ministério Público Federal por obstrução de Justiça, que pediu, portanto, a devolução de R$ 3 milhões por danos morais, e preso no âmbito da Operação Ararath. Em suma, a PF investiga esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e financiamento clandestino de campanhas eleitorais. As irregularidades teriam ocorrido entre 2006 a 2014, e envolve políticos, empresários e bancos em Mato Grosso.

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