Manifestações contra racismo são marcadas por vandalismo em Carrefour de SP - Revista Oeste

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Em Em 20 nov 2020, 20:58

Manifestações contra racismo são marcadas por vandalismo em Carrefour de SP

20 nov 2020, 20:58

Vândalos atearam fogo e jogaram pedras contra vidraças do supermercado

Fachada do Carrefour depredada no Jardim Pamplona Shopping
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Nesta sexta-feira, 20, manifestantes depredaram a loja do Carrefour no Shopping Jardim Pamplona, no bairro dos Jardins, em São Paulo. Os vândalos causaram pânico, jogando pedras contra as vidraças, ateando fogo a mercadorias e destruindo portas e equipamentos.

Os protestos violentos ocorreram em decorrência da morte de um homem negro em uma unidade da rede de supermercados em Porto Alegre (RS). Na noite da quinta-feira 19, João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, negro, foi morto depois de um desentendimento com vigias que trabalhavam no local. A empresa anunciou que medidas estão sendo tomadas para punir os responsáveis e combater outros episódios como esse — entre elas, a doação de todo o dinheiro arrecadado com as vendas de hoje, investigações internas e a responsabilização dos culpados.

Ainda assim, movimentos organizados praticaram atos de vandalismo contra a empresa. As manifestações violentas afetaram clientes e trabalhadores presentes no local, muitos dos quais também negros.

 

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8 Comentários

  1. Essa rede de supermercados sempre foi useira e vezeira com relação à contratação de “seguranças” que muitas das vezes são criminosos provavelmente selecionados de grupos de indivíduos egressos de penitenciárias e ou do mundo do crime. Pelo sim, pelo não, evito frequentar esses ambientes onde posso, a qualquer momento, ser confundido com algum indivíduo suspeito. Um conselho: FIQUE LONGE DO CARREFOUR. É melhor.

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  2. Isso não pode ser um movimento contra qualquer coisa diferente das manifestações de vagamundos revoltados, incentivados e dirigidos por outros tantos marginais.

    É óbvio que foi um movimento orquestrado, com violências em vários pontos, cuja mídia, pseudo intelectuais, e a esquerda medíocre tentam usar para venderem matéria, terem assunto e incentivar mais ainda as cabeças desses marginais revoltados!

    Caso o ato que levou à morte o cidadão tenha sido motivado por ódio unilateral, seja lá qual for, as nossas leis sempre tiveram plena condições de tratar do assunto.

    O racismo e o preconceito são os insumos e alimentos da a mídia pequena, dos vagabundos e dos marginais. Não é por mera coincidência que nenhum desses é o empresário e/ou o responsável pela produção do bem destruído, são todos do time dos alienados da falação, apenas do blá, blá, blá, não têm a mínima ideia do que seja produzir algo de tangível e útil à sociedade para que um bando de marginais venha destruir com o apoio e incentivo de outros, para daí terem de reiniciar tudo novamente, produção que inclusive é para o bem dos próprios vagabundos!

    Triste falta de instrução e caráter da parte de um povo, em essência ligado ao blá, blá, blá!

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  3. Bando de marginais… será que estão antecipando uma infame administração dBoulos?

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  4. Manifestantes usados pela extrema imprensa e políticos de esquerda com interesses excusos, que não prezam pela vida de ninguém e que irão causar consequências tão graves quanto a morte de um cidadão. Outras vidas poderão ser tiradas nessas badernas como de costume.

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  5. A morte do rapaz, de todo lamentável e fruto do despreparo e da violência desproporcional dos seguranças, obviamente tem de ser ripostada na forma da lei. Agora, de onde se extrai que houve racismo? Porque essa ênfase da mídia em destacar que quem foi – covardemente, sim – morto, foi um homem negro? E se tivesse sido um homem branco, isso teria sido sublinhado? Quem foi morto foi um homem, independentemente de raça ou cor. O que sucede então? As ideologias midiáticas e políticas estão valendo-se – qual a novidade?? – do chocante fato para incitar a violência, para segregar a sociedade, e para usar os oprimidos (de todas as classes e cores) como inocentes úteis a propósitos esconsos e manipulativos. E, claro, ministros do STF, ao invés da irem trabalhar (para isso eles são pagos) e diminuir o imenso passivo de processos que têm lá, ficam dando declarações politiqueiras que em nada contribuem para a solução jurídica do evento. STF, sim, a pior das Instituições desse País. Imagine-se: para ser pior do que o Congresso…

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  6. Marginais político ideológicos. Racismo é só o pano de fundo.

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  7. Hoje, sábado, já é noticiado que o homem q morreu iniciou uma agressão por alguma razão q ainda não se sabe. Fato: NÃO FOI CRIME RACIAL. Vamos aguardar. Outro fato: foi esse mercado, adepto da pauta esquerdista, q atendeu ao asqueroso sleeps giants no boicote a perfis conservadores, como a gazeta do povo. E aí, Carrefour, gostou da selvageria da militância?

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  8. resta claro que não foi racismo, e os oportunistas de sempre, mais os tais coletivos agregados aos vândalos se aproveitam do funesto episódio para “faturar em cima” (políticos coletivos etc.) e os vândalos para depredar e roubar. O infeliz evento foi o resultado do que eu chamo “síndrome do pequeno ditador”; de um pequeno poder para despreparado e ele se torna um pequeno ditador; isso está presente no nosso dia a dia, são síndicos de condomínio, porteiros, funcionários, etc., mas, repito não foi crime racista foi apenas crime.

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