7 dicas de Tony Blair para países em desenvolvimento

Ex-primeiro-ministro do Reino Unido garante: não se pode ter um setor público "super inflado"
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O ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, durante participação de evento da XP | Foto: REPRODUÇÃO/XP EXPERT
O ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, durante participação de evento da XP | Foto: REPRODUÇÃO/XP EXPERT | tony blair - xp - ex-primeiro-ministro do Reino Unidos

Ex-primeiro-ministro do Reino Unido garante: não se pode ter um setor público “superinflado”

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O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair durante participação de evento da XP | Foto: REPRODUÇÃO/XP EXPERT

Primeiro-ministro do Reino Unido durante uma década, ficando à frente do Parlamento de 1997 a 2007, Tony Blair participou de evento on-line promovido na noite de ontem, terça-feira 14, pela brasileira XP Investimentos. Ao conversar com Fernando Ferreira, estrategista da instituição financeira, o político apresentou o que, de acordo com ele, precisa ser feito para que “mercados emergentes” tenham bons resultados em meio ao mundo globalizado.

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Para Blair, é “fácil saber” o que precisa ser feito. O britânico ressalta, contudo, que a parte difícil é pôr em prática essas ações. Nesse sentido, o ex-primeiro-ministro do Reino Unido pontua sete itens. Em linhas gerais, ele aborda de questões ligadas à ética de agentes políticos a aquelas relacionadas ao mercado financeiro. Falou ainda como considera que deve funcionar a máquina pública de um país em desenvolvimento.

Em linhas gerais, Tony Blair registrou as seguintes dicas:

  1. “É preciso eliminar a corrupção”;
  2. “É preciso ter estado de direito”;
  3. “[Manter] regras previsíveis para investidores”;
  4. “[Permitir um] ambiente em que as empresas possam crescer e prosperar”;
  5. “Educar o povo adequadamente”;
  6. “Ter um setor público que seja eficiente — e não superinflado”;
  7. “Ter certeza de que as oportunidades sejam igualmente distribuídas entre a população”.

Capital humano

Por fim, o ex-primeiro-ministro britânico afirmou ser preciso cuidar das pessoas, da população em geral. Afinal, para ele, o “capital humano” deve ser o principal ativo de qualquer país.

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