Agricultores de Portugal relatam ‘falta de compromisso’ do governo

Ministério da Agricultura diz não haver condições para implementar ajuda ao setor em 2022
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Maria do Céu Antunes, ministra da Agricultura de Portugal | Foto: 2021Portugal.eu/Flickr
Maria do Céu Antunes, ministra da Agricultura de Portugal | Foto: 2021Portugal.eu/Flickr

Entidades que representam os produtores de cereais e milho de Portugal saíram da Comissão de Acompanhamento da Estratégia Nacional para a Promoção da Produção de Cereais do país (ENPPC). A atitude foi uma resposta ao governo que informou não ter condições para implementar uma ajuda ao setor no ano que vem.

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Como previamente estabelecido em 2018, a ENPPC viabilizaria recursos aos agricultores já em 2022 com o objetivo de reduzir a dependência do mercado externo, através do aumento de área e, por consequência, de produção.

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Em comunicado, as associações disseram que é “evidente a falta de compromisso” do governo português para implementar a estratégia e, neste sentido, defendem que não estão reunidas as condições de “lealdade de espírito de colaboração”.

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Por sua vez, o Ministério da Agricultura avaliou que o programa não está em linha com “a política pública para a agricultura”. Diante disto, a pasta pede uma avaliação com todo o setor para discutir às consequências da implementação da ENPPC. Eles também adiantaram que, em 2023, no âmbito do Programa Estratégico da Política Agrícola Comum, “com enquadramento regulamentar mais favorável”, será assegurada a oferta de apoio aos produtores.

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