Anistia Internacional acusa Rússia e Síria de violarem direitos humanos

A Síria sofre com uma sangrenta guerra civil desde 2011, com mais de 380 mil mortos e milhões de refugiados. Desde 2015, tropas russas ajudam o ditador Bashar al-Assad a retomar o controle do país.
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O ditador da Síria, Bashar al-Assad, com Vladimir Putin
Foto: Presidência da Rússia
O ditador da Síria, Bashar al-Assad, com Vladimir Putin Foto: Presidência da Rússia | Assad e Putin

Tropas russas e do regime de Bashar al-Assad teriam cometidos ataques indiscriminados contra populações civis

Assad e Putin
O ditador da Síria, Bashar al-Assad, com Vladimir Putin| Foto: Presidência da Rússia
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Nesta segunda-feira, a Anistia Internacional acusou a Rússia e a Síria “de inúmeras violações graves dos direitos humanos” no noroeste da Síria castigado pela guerra civil.

A entidade cita 18 ataques aéreos e terrestres que aconteceram entre abril de 2019 e o final de fevereiro deste ano. Essas ataques foram atribuídos ao regime de Bashar al-Assad e os seus aliados russos em uma ofensiva com o objetivo de retomar Idlib, uma cidade próxima à fronteira turca com mais de 3 milhões de habitantes e controlada por rebeldes.

Como informa a emissora alemã Deutsche Welle, o diretor regional da Anistia Internacional, Heba Morayef, mostrou imagens, inclusive de satélites, e afirmou que o ataque possuíam o objetivo de “aterrorizar a população civil”.

A Anistia Internacional afirma que a maior parte dos ataques aconteceram entre janeiro e fevereiro, deixando mais de 500 mortos e levando a mais de um milhão de pessoas a abandonarem as suas residências.

A entidade mostrou vídeos de um ataque aéreo russo a um prédio próximo a um hospital na cidade de Ariha, no dia 29 de janeiro, que deixou 11 mortos e dois prédios civis completamente destruídos.

A ditadura de Bashar al-Assad  é acusada de bombardear uma escola com bombas do tipo cluster, com alto poder de fragmentação, e que deixaram 25 mortos.

A Síria sofre com uma sangrenta guerra civil desde 2011, com mais de 380 mil mortos e milhões de refugiados. Desde 2015, tropas russas ajudam o ditador Bashar al-Assad a retomar o controle do país.

 

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