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Ao concederem novo prazo para renegociar dívida, credores dão sobrevida à Argentina

Caso Alberto Fernández e Cristina Kirchner não consigam reestruturar déficit de US$ 65 bilhões, o país vai dar um calote pela nona vez

Caso Alberto Fernández e Cristina Kirchner não consigam reestruturar déficit de US$ 65 bilhões, o país vai dar um calote pela nona vez

O presidente da Argentina, Alberto Fernández (centro), e a vice-presidente Cristina Kirchner (esq)
Foto: SPENCER PLATT/GETTY IMAGES

Os principais detentores de títulos públicos da Argentina decidiram ontem dar uma chance ao governo peronista de Alberto Fernández. O novo prazo para negociar com os credores a reestruturação da dívida pública de US$ 95 bilhões (o equivalente a R$ 361 bilhões) será 22 de maio.

Caso não haja consenso entre as partes, os hermanos vão dar um calote pela nona vez. O primeiro caso argentino de “levar e não pagar”  foi registrado em 1827. O mais recente em 2014, durante o segundo mandato de Cristina Kirchner à frente da Casa Rosada.

Até o momento, o Ministério da Economia do país não informou se todos os credores aceitaram a proposta do governo federal, que inclui uma moratória de três anos no serviço da dívida, corte nos juros de 62% e desconto de 5,4% no capital. Porém, a imprensa local garante que a adesão foi baixa.

Conforme noticiou Oeste, no mês passado, os peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner propuseram aos credores uma alternativa para resolver o problema que se estende há anos. Contudo, foi considerada descabida e sem garantias.

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