Argentina registra mais de 100 mil infecções diárias por covid-19

Centros de testagem do país estão sobrecarregados em virtude da disseminação da variante Ômicron
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Alberto Fernández é presidente da Argentina
Alberto Fernández é presidente da Argentina | Foto: Reprodução/Flickr

A Argentina voltou a registrar recorde de infecções diárias por covid-19. Na última quinta-feira, 5, mais de 100 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. Além disso, 40 cidadãos morreram.

A ministra da Saúde, Carla Vizzotti, pediu que as pessoas em contato com alguém infectado se isolem e evitem ir aos centros de testagem. Os locais estão sobrecarregados em virtude da disseminação da variante Ômicron, identificada no país pela primeira vez em 5 de dezembro do ano passado.

“Uma nova cepa surgiu com uma situação diferente, com transmissibilidade extraordinária, mas com gravidade muito menor”, explicou Vizzotti.

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De acordo com a chefe do gabinete do Ministério da Saúde, Sonia Tarragona, a Ômicron está “trazendo muitas surpresas”, de maneira que não há como saber se essa variante chegará ao fim rapidamente. Embora 72% da população esteja totalmente vacinada, “não há como impedir a transmissão da doença”.

“Não temos um impacto forte nas unidades de terapia intensiva e menos ainda em termos de mortes”, disse Tarragona. “Os casos são leves ou moderados e não estão fazendo pressão sobre o sistema de saúde.”

Na Argentina, que tem cerca de 45 milhões de habitantes, mais de 38,4 milhões iniciaram o esquema de vacinação. Aproximadamente 33 milhões já têm a dosagem completa. Atualmente, mais de 1.500 pessoas estão internadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A taxa de ocupação é de 37,5%.

Leia mais: “Argentina: o eterno flerte com o suicídio”, reportagem de Luís Artur Nogueira publicada na Edição 68 da Revista Oeste

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2 comentários Ver comentários

  1. Tá mais e quanto as mortes??? Estar infectado não é sinanônino de morte, e estão divulgando esses números apenas pra gerar pânico nas pessoas e futuramente trancar tudo novamente…

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