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Presidente da Argentina decide congelar preços

"Não poderá haver nenhum aumento sem a aprovação do Estado", afirmou o peronista Alberto Fernández
O presidente da Argentina, Alberto Fernández | Foto: JOKA MADRUGA/SITE DO PT
O presidente da Argentina, Alberto Fernández | Foto: JOKA MADRUGA/SITE DO PT | Alberto Fernández - Argentina - projeto de taxar grandes fortunas

“Não poderá haver nenhum aumento sem a aprovação do Estado”, afirmou o peronista Alberto Fernández

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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, é amigo de Lula | Foto: JOKA MADRUGA/SITE DO PT

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, decidiu congelar até o fim deste ano as tarifas de serviços de televisão paga, internet e telefonia celular. Dessa forma, não haverá aumentos no setor. Em um tuíte, publicado na noite de sexta-feira 21, o peronista declarou que esses serviços são “públicos” e “essenciais”, e que, por conta disso, deve-se “garantir o acesso aos mesmos para todos e todas”. Portanto, retorna às mãos do Estado o poder de decisão sobre esses valores. A medida vigorava nos governos Kirchner, mas foi suspensa na Presidência do liberal Mauricio Macri (2015-2019).

Leia também: “Argentinos voltam a protestar contra Fernández e Kirchner”

“Estamos recuperando as ferramentas regulatórias que já existiam, porém retirada do Estado no governo anterior. O direito dos usuários e dos consumidores é um direito constitucionalmente reconhecido. Não poderá haver nenhum aumento sem a aprovação do Estado”, garantiu Fernández no Twitter. A principal empresa que se dedica às atividades inseridas no congelamento de Fernández é o Grupo Clarín (dono do jornal Clarín), de oposição ao governo. A empresa foi duramente atacada na gestão de Cristina Kirchner, que tentou reduzir o tamanho da companhia ao minar seus investimentos.

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12 comentários

  1. É a Venezuelização ou Cubalização da Argentina, são as agendas do Foro de São Paulo sendo implantadas, quando os Argentinos acordarem estarão iguaizinhos a Venezuela ou Cuba, vivendo com um salário mensal de 30 dólares e com preço da carne a 35 dólares o Kg.É a imbecis idade sendo implantada aos poucos na América Latrina.

  2. E dizer que há um século essa era uma das nações mais ricas do mundo… Começaram a descer a ladeira com o governo populista de Juan Domingos de Perón e não pararam nunca mais; agora já chegaram ao pé do morro e estão cavando um poço para se afundarem. O problema para o Brasil é que nunca é bom ter vizinhos encrencados, sempre sobra encrenca para o nosso lado.

  3. Não são inocentes os eleitores argentinos e nem foram enganados, contestaram quando nosso presidente Bolsonaro apoiou Macri avisandenteo-os para onde estavam indo, agora segura a cachorrada aí, congelamento de preços desabastecimento e consequentemente fome, miséria. Quem pode fugir foge, quem não pode come o ultimo cachorro, e depois?

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