Atleta trans zomba de nadadoras e diz ser Jackie Robinson, lenda do beisebol

Lia Thomas tem quebrado recordes de natação

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A nadadora trans Lia Thomas | Foto: Divulgação
A nadadora trans Lia Thomas | Foto: Divulgação

Lia Thomas, atleta trans que causou polêmica ao quebrar recordes femininos na natação, deu o que falar esta semana. Isso porque Thomas está criando um “ambiente tóxico” para a sua equipe na Universidade da Pensilvânia.

O relato é de uma atleta do time de Thomas, que falou sob condição de anonimado ao jornal The Washington Examiner, em reportagem publicada na quinta-feira 13. A mulher disse ter medo de mostrar a sua identidade.

“Thomas afirma ser como Jackie Robinson dos esportes trans”, disse a nadadora ao jornal. “Thomas ri e zomba da situação”, acrescentou a mulher. No século passado, Robinson se tornou lenda do beisebol norte-americano.

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“Em vez de se importar ou mostrar que se importa com o que está fazendo ou o que está fazendo com seus colegas de equipe, Thomas não é simpática ou empática”, disse a mulher. “Lia nunca se dirigiu à nossa equipe”.

Conforme o relato, Thomas não dialoga muito com as colegas da equipe. “Ela nunca tentou explicar como se sente. Ela nunca disse nada para nós como um grupo. Ela nunca abordou nada”, afirmou a mulher.

Histórico da atleta trans

Conforme noticiou a Revista Oeste, aos 22 anos, Lia Thomas vem quebrando recordes no esporte universitário desde que passou a integrar o time feminino. Lia já competiu na categoria masculina por três anos, quando ainda se chamava Will Thomas. Transexual, Lia trocou de grupo e passou a competir com mulheres, visto que se enxerga como uma.

Leia também: “Quando o movimento LGBT passa a odiar uma trans”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 59 da Revista Oeste

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13 comentários Ver comentários

  1. dou MUITA RISADA DESSAS PESSOAS QUE RECLAMAM VIU!!

    Aceitam e depois, ação legal e normal aberrações como essas e reclamam…. NÂO é “ELA” coisa nenhuma…É ELE!
    Vem logo asteroide!!!

    Ou melhor…uma GUERRA MUNDIAL…quero ver esse povo, chiliquento, sofrer.

  2. Bom, eu acho que a melhor solução, sem impedir o direito de alguém mudar de sexo, é criar mais duas classificações para o esporte: além de esportes masculinos e femininos, também trans-m e trans-f. Eu até acho que a primeira coisa a acontecer é a diminuição de pedidos para troca de sexo dentro do mundo esportivo.

  3. Não ela somente “se enxerga”, como as autoridades dos esportes comungam com esta narrativa. Deveria ter uma modalidade apenas para eles. Já que surgiu uma terceira via. Biologicamente falando, não é uma mulher. Por mais remédios que possa ter, sempre será homem. Acho desleal com as atletas que realmente são mulheres.

  4. Mulher PIRATA! Em terra de cego quem tem um olho é rei!. Nasceu homem, teve COJONES então é homem. Como não tinha competência para competir com homens MUDOU . E agora tem muita TESTOSTERONA

  5. bem feito agora segurem o (homem), voces aceitaram um homem na equipe feminina, esperem pra ver se mais tarde ele alem de se sentir mulher ,se sentir criança, ai ninguem segura o “homem”

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