Áustria dá início ao ‘lockdown para não vacinados’

Medida entra em vigor depois que 66% da população já completou o ciclo de imunização
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Mesmo com vacinação acima de 60%, mortes sobem na Áustria
Mesmo com vacinação acima de 60%, mortes sobem na Áustria | Foto: Myke Sena/MS

A Áustria deu início a novas restrições para pessoas que não tomaram a vacina contra a covid-19. A partir desta segunda-feira, 8, quem não tiver recebido ao menos a primeira dose de um dos imunizantes disponíveis no país fica impendido de ir a restaurantes, bares, hotéis, eventos culturais, esportivos e estações de esqui. Chamada de “lockdown para não vacinados”, a medida prevê multa de € 500 (R$ 3,2 mil) para os consumidores que violarem a regra e de € 3,6 mil (quase R$ 16,6 mil) para os estabelecimentos.

De acordo com o site Our World In Data, vinculado à Universidade de Oxford, 66% dos austríacos já completaram o ciclo vacinal contra a doença, sendo que a marca de 60% já havia sido atingida em 1º de outubro. Ainda assim, segundo os dados da Organização Mundial da Saúde, a quantidade de mortes em outubro (287) foi 33% maior que em setembro (215). Contudo, a contagem ainda está distante do pico: 2.340 mortos com a doença em novembro de 2020.

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9 comentários Ver comentários

  1. Vou resistir até o último momento. Já tive covid e estou no grupo dos “naturalmente imunizados”. Só quero me vacinar lá para 2025/2026, até lá, é fazer ecoturismo, curtir serviços de streaming e realizar compras online e tentar me manter no teletrabalho.

  2. Primeiro é necessário verificar o perfil dessas pessoas que tem o tal passaporte vacinal para então fazer o seguinte questionamento: Essas pessoas que estão liberadas a frequentar essas instalações relacionadas acima seriam clientes ou trabalhadores/prestadores de serviço? E se a maioria desses funcionários forem não vacinados, como iriam funcionar esses locais?

  3. E vão pagar imposto da mesma maneira para pagar os salários daqueles que os impedem de frequentar esses lugares por força de lei?
    Gente sádica, cruel e parasita como o Eduardo Paes, aquele que depois de tirar o direito da minha mãe (já imune antes das vacinas), senhora de 80 anos que sofreu choque anafilático com vacina anti-tetânica, a fazer cirurgia eletiva em hospital privado que ela mesma paga, resolveu “abrir a porra toda” para o carnaval.
    As pessoas que dão suporte a isso ganharão INIMIGOS SILENCIOSOS, oprimidos mas ultrajados, sempre a espreita, prontos para darem o troco quando tiverem a oportunidade. Não pensem que isso vai ficar impune. Isso vai ser punido por muitas vinganças, pratos q se comerá frios.
    Se eu passar por Paes algum dia moribundo, precisando de ajuda para sofrer menos, a minha não terá, pelo sofrimento que impõe a minha mãe.

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