Banco chinês vai emprestar US$ 5 bilhões a países afetados pelo coronavírus

Presidente da instituição afirmou que é necessário juntar esforços para a "construção da infraestrutura de saúde pública"
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Presidente da instituição afirmou que é necessário juntar esforços para a “construção da infraestrutura de saúde pública”

“A crise revelou a vulnerabilidade de muitos países”, afirmou Jin Liqun
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O Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB, na sigla em inglês) garantiu que US$ 5 bilhões estão disponíveis para ajudar os países associados à instituição e afetados pela pandemia da covid-19, informa o jornal Financial Times. Atualmente, cerca de 17 são membros.

“A crise revelou a vulnerabilidade de muitos países. Precisamos nos concentrar na construção da infraestrutura de saúde pública. Se a demanda for muito maior, é possível aumentar o valor, com a aprovação do conselho”, garantiu em entrevista ao jornal o presidente do banco, Jin Liqun.

Segundo ele, espera-se que o atual valor atenda às necessidades dos países-membros do banco por 18 meses quando combinado com os programas de empréstimo existentes. Na mesma direção, o Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB, na sigla em inglês) afirmou que também deve colaborar com mais um aporte financeiro.

No começo deste mês, o ADB anunciou um pacote de US$ 6,5 bilhões para socorrer países em dificuldade. Contudo, depois do anúncio do AIIB, ele também deve apresentar nas próximas semanas um auxílio bilionário adicional. “Estamos trabalhando muito para mobilizar recursos extras”, afirmou o presidente do ADB, Yasuyuki Sawada.

Relatório dos EUA afirma que a China adulterou casos

A Casa Branca recebeu na última terça-feira, 31, um documento em que se garante que a China manipulou os dados acerca do coronavírus. O país teria ocultado a extensão do surto em seu território, subnotificando o total de casos e mortes em razão da covid-19.

Profissionais de saúde, pesquisadores e demais autoridades foram, portanto, induzidos ao erro e subestimaram o verdadeiro potencial da doença. Em razão disso, a suposta farsa chinesa teria empurrado o mundo inteiro para dentro da pandemia.

O governo chinês revisou repetidamente sua metodologia de contagem de ocorrências durante semanas, excluindo as pessoas sem sintomas, e somente ontem decidiu adicionar os casos assintomáticos ao total.

Coronavírus no mundo

Segundo o indicador da Universidade Johns Hopkins, o total de casos confirmados de coronavírus no planeta ultrapassou ontem a marca de 1 milhão. Ademais, a covid-19 já matou mais de 52 mil pessoas. Itália, Espanha e Estados Unidos, nessa ordem, apresentam o maior número de mortes.

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4 comentários

  1. Interessante é que, quem está ganhando dinheiro com tudo isto e muito é a china que ao que parece é a unida que estava preparada para fornecer EPIs e equipamentos para o mundo inteiro e agora, ainda “empresta” dinheiro.

  2. Qual a verdade sobre a conspiração chinesa para dominar o mundo? Essa reunião do embaixador com os governadores? A compra da Band e possivelmente da Globo? O caso dos testadores contaminados, enviados ao Reino Unido? A ação de US$ 20 trilhões, dos EUA? Quem resistirá a isso?

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