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Chile confirma que a esquerda se opõe à prosperidade

Opção por nova Carta Magna torna incerto o futuro do país
Protesto em Santiago, capital do Chile (2019) | Foto: Divulgação/Flickr
Protesto em Santiago, capital do Chile (2019) | Foto: Divulgação/Flickr | Protesto em Santiago, capital do Chile (2019) | Foto: Divulgação/Flickr

Opção por nova Carta Magna torna incerto o futuro do país

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Protesto em Santiago, capital do Chile (2019) | Foto: Divulgação/Flickr

Economia liberal, crescimento acelerado e indicadores positivos de qualidade de vida e educação. Esse é o atual cenário do Chile — por enquanto. O país encerrou 2018 como a primeira nação da América do Sul a atingir uma renda per capita superior a US$ 25 mil em paridade do poder de compra, medida que considera diferenças de custo de vida entre os países. Além disso, os chilenos ocuparam a dianteira no Índice de Desenvolvimento Humano, da ONU. O relatório de 2018 mostra o país na 44.ª colocação, com indicador de 0,843. O Brasil, por exemplo, estava na 79.ª posição, com 0,759. O ranking tem 189 países. As boas novas se estendem ao Pisa, principal exame internacional em educação. Em 2018, o país mais bem colocado da América do Sul na categoria leitura foi o Chile, em 43º lugar, seguido de Uruguai e Costa Rica. O Brasil surge na 57ª posição.

Leia também: “Ideias, intuição moral e compromisso ideológico”, artigo de Bruno Garschagen publicado na edição n° 31 da Revista Oeste

Contudo, não é assim que a esquerda chilena vendeu o país mundo afora. Em 2019, protestos violentos se espalharam pelo país. As manifestações forçaram o presidente Sebastián Piñera a convocar um plebiscito, de modo a reescrever a Constituição promulgada no governo do general Augusto Pinochet. Na semana passada, houve novos protestos, e a barbárie se repetiu. Duas igrejas foram incendidas e saqueadas — uma delas chegou a desabar sob a comemoração de militantes de extrema esquerda. No dia seguinte, a maioria dos cidadãos que foram às urnas decidiram pela substituição da Carta Magna. A próxima etapa será eleger os membros de um colegiado para, na sequência, submeter o texto a outra consulta popular, prevista para 2022. E são altas as chances de o país optar por uma Constituição contaminada pela pressão de grupos radicais.

Confira indicadores do país

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3 comentários

  1. a esquerda só se sustenta quando tem o terreno fértil do povo ignorante e manipulado para atuar como integrantes de uma seita que promete riqueza sem trabalho, benefícios e privilégios sustentados por outros .. já vimos este filme e é o suicídio de uma nação …

  2. A Venezuela tinha excelentes números também antes do chavismo, se a esquerda assumir o poder no Chile esses números desaparecerão rápido e só restarão os escombros da destruição.

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